07 fevereiro 2011

Flores e silêncio em defesa dos animais em Corroios



05/02/2011
por Jornal Comércio do Seixal e Sesimbra
O atropelamento que causou a amputação das patas dianteiras de uma cadelinha, e posterior eutanásia pelos serviços do Canil/Gatil do Seixal, no passado domingo na estação de Corroios da Fertágus, levou hoje um grupo de pessoas a fazerem um protesto silencioso.
Cerca de sessenta pessoas de várias idades, algumas acompanhadas dos amigos de quatro patas, colocaram algumas flores junto à entrada da estação em memória da cadelinha atropelada mortalmente, com vista a que este tipo de situações não volte a acontecer.
Frisando que nada têm contra a empresa e que pretenderam apenas despertar consciências para que a situação não se volte a repetir, os manifestantes pediram também a abertura de um inquérito, uma vez que, segundo testemunhas, os fiscais que se encontravam na estação no dia do atropelamento nada fizeram para o evitar, apesar dos apelos dos utentes que aguardavam os comboios e que se aperceberam de que o animal deambulava pela linha.

06 fevereiro 2011

TEM LIVROS QUE JÁ NÃO QUER? NÓS ACEITAMOS!

 

 
Amigos e amigas,
Como todos vocês sabem a Amigo Fiel, tal como todas as associações protectoras de animais deste país, passamos por enormes dificuldades a nível económico!
Como tal a necessidade de fazer actividades para angariarmos algum dinheiro é muito urgente! Numa das nossas reuniões lembrámo-nos de fazer daqui a alguns meses uma FEIRA DO LIVRO USADO! Como tal precisamos obviamente de LIVROS! É aí que precisamos da vossa ajuda! Se tiverem em casa livros que já não queiram podem dar-nos que nós aceitamos de muito bom grado!
Se forem do Bombarral ou arredores podem deixar na COPYNET(junto á Escola Secundária do Bombarral), se forem de longe e quiserem doar na mesma entrem em contacto connosco via e-mail (amigo.fiel3@gmail.com) e logo arranjaremos uma maneira dos livros chegarem até nós!
Assim que tivermos uma quantidade considerável de livros faremos a feira, por isso precisamos de muitos livrinhos para consguirmos muitos eurinhos para continuarmos a ajudar os 4 patas que precisam de nós!
Podemos contar connvosco?!

04 fevereiro 2011

Sexto sentido dos cães, difícil de explicar

Jorge Pereira é adestrador

Jorge Pereira é adestrador


Em muitos dos meus textos costumo abordar um assunto que gera muita discussão, o sexto sentido dos cães. Esse é um dos assuntos que mais me cativa. Muitos especialistas têm suas versões para esse fenômeno mais sempre geram mais perguntas que respostas.


Particularmente, acredito em uma ligação além do que é considerado comum, que afeta as sensações de ambos e entrelaçam sentimentos. Muito já falei sobre isso, ouvi muitas teorias, mas nada é parecido como você presenciar ou participar desse evento.



Dia desses estava a caminho do trabalho, quando fui envolvido em uma trama que tranquilamente poderia se tornar roteiro de filme. Assim que saí de casa, peguei uma grande avenida de São Paulo, parei em um farol e vi uma movimentação de carros na pista contrária, carros buzinando e mudando bruscamente de faixa. Olhando melhor, pude ver entre os carros um cachorrinho preto bem pequeno, mais ou menos do tamanho de um Dachshund ou mais conhecido como Salsicha, desesperado querendo atravessar a avenida.



Com o rabinho entre as pernas, por diversas vezes ele tentava atravessar a avenida sem sucesso, pois o número de veículos era imensa, difícil de ser atravessada até por uma pessoa adulta. Os motoqueiros aceleravam para que ele voltasse. Alguns motoristas jogavam o carro em cima do pequeno, mais nada disso adiantava ou desestimulava esse cachorrinho determinado.



Assistindo a essa situação angustiante e prevendo o final dessa história resolvi intervir, afinal quem consegue ficar inerte vendo um inocente perdido, assustado, prestes a ser atropelado. Pensei: lá vou eu de novo fazer alguma presepada e encostei minha moto em um lugar inapropriado e segui em direção ao pequeno peludo assustado. Nesse momento, surgiu uma senhora que tentou chamá-lo, mas o ‘danado’ saiu em disparada na direção contrária.



Pedi ajuda para essa senhora. Outro motoqueiro também parou, achando que eu estava com problemas, mas logo começou a nos ajudar. Falei para a senhora espantá-lo para o outro lado da pista, que por ser gramado e ter outros acessos, era o local mais seguro naquele momento, pois também tinha saídas para um bairro e uma ciclovia. Fui para a avenida parar o trânsito e ser chamado de alguns nomes feios. Quem já fez isso sabe como é!



Parei o trânsito. O pequeno percebeu a facilidade, veio em minha direção em uma velocidade descomunal: só dava pra ver um vulto pretinho e o barulho das unhas raspando no asfalto. Assim que atravessou, pude ver onde estava. Ele olhou de um lado para o outro, como quem procura algo, e logo a senhora também notou e disse: "parece que tem outro cachorro na vala, deve estar atropelado". Pensei: pronto agora vai! 



Segui em direção a vala, ao lado da ciclovia, imaginado a cena, mas para minha surpresa, deparei com uma pessoa caída no fim dessa vala. Meu coração disparou. Chamei outro homem e nos dirigimos na direção do rapaz que não se movia. Quando me aproximei, vi que ele transpirava muito e tremia. Instintivamente, tentei tocá-lo para ver qual era seu estado, mas fomos surpreendidos por um ataque feroz desferido pelo pequeno cão que tentava atravessar a rua. Sua fúria era tanta que o ‘danado’ parecia um porco espinho, todo arrepiado e com dentes a mostra.



Coloquei minha mochila entre o rapaz e seu fiel defensor para poder avaliar a situação em que ele se encontrava. Ao ver que não intimidava mais, o pequeno passou a ter uma postura preocupada. Sempre que alguém tentava falar com o rapaz que aparentava ter uns 15 anos, imediatamente ele o lambia e olhava para ele como quem queria dizer: "por favor, ajude”!



As pessoas começaram a se acumular para ver o que ocorria. Outro garoto disse que conhecia o rapaz e que ele se chamava Gerson. O jovem disse, também, que conhecia a prima de Gerson e que iria chamá-la, pois moravam próximos do local. Coloquei o rapaz na sombra, sempre sob o olhar do seu guardião. O acidentado recobrou a consciência e contou que estava passeando de bicicleta e que foi abordado por dois homens que anunciaram o assalto. Não querendo entregar sua bicicleta, entrou em luta com os meliantes e acabou sendo atingido por um golpe na cabeça, o que provocou seu desmaio e a queda na vala.



Enquanto isso, apareceu uma garota aflita e descalça, chamando pelo primo e perguntando o que tinha acontecido. Quando tudo se acalmou, pude ver o cachorrinho muito eufórico, mas logo foi repreendido: "sai de cima Tarzan”! Foi assim que eu soube o nome do pequeno herói que ainda iria me surpreender.



Segundo a garota, Gerson sofre de Epilepsia e toma remédios controlados, mas sempre que pode dá umas fugidinhas para andar de bicicleta. Ela contou que sabia que tinha acontecido algo de errado porque Tarzan, que é muito apegado com Gerson, pulou do sofá e foi para o portão. Quando ela procurou por Gerson, Tarzan saiu em disparada sem dar ouvidos aos chamados dela e, pela velocidade, com que o pequeno sumiu de sua vista, fazendo com que a menina percorresse as ruas do bairro atrás dos dois até ser chamada pelo garoto que foi buscar a prima do acidentado.



Questionei-me sobre o que fez aquele pequeno cão colocar sua própria vida em risco, atravessando uma grande avenida, enfrentar a mim e ao outro motoqueiro com tanta coragem. Será que ele conseguiu ouvir seu amigo em perigo a uma distância tão grande, do outro lado da avenida com todos aqueles carros, ou realmente foi seu sexto sentido que avisou do perigo? A pergunta fica no ar.



Depois de toda essa aventura, um casal parou o carro e, com mau humor, pegou Gerson. Uma mulher gritava que o show tinha acabado. Pedi um contato para saber sobre a recuperação do garoto, mas a resposta foi uma olhada de cima a baixo com cara de poucos amigos. Sem dizer nada ou agradecer ninguém, o casal foi embora. Nosso herói, Tarzan, foi completamente ignorado e deixado fora do carro, tendo que correr novamente para acompanhar aquele pelo qual tanto lutou.



Quis dividir com todos vocês a história desse cão que embora seja pequeno no tamanho teve muita coragem. Fica a lição: quando amamos alguém de verdade podemos nos transformar em gigantes, enfrentar todas as adversidades, nos tornarmos verdadeiros leões para defendermos os nossos, sem nos importarmos se alguém vai reconhecer ou não nossos esforços, mas sempre sabemos que existe algo muito forte que nos liga!



Jorge Pereira é Cinotécnico e Etólogo, especializado em comportamento canino

03 fevereiro 2011

Seja humano: proteja os animais.

 
Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante.
Todas as pessoas que têm ética, moral e bom coração, para mobilizar seres humanos, para acabarem de vez com a crueldade contra os animais, domésticos, ou silvestres, de pequeno ou de grande porte, que muitas vezes são maltratados com crueldade.
Lute pelos animais de estimação ou silvestres, que são torturados e sacrificados freqüentemente, pois eles fazem parte do meio ambiente que nos auxilia e nos dá vida. Eles sentem como você!
Dor, amor, auto-estima ou depressão, angustia, fome, frio, tristeza, etc. Tenha consideração com um ser que não pode se defender contra os malefícios do ser humano, pois eles lutam para sobreviver. Os animais são inocentes como crianças e merecem respeito.



Vamos denunciar maus tratos a animais, pois eles são seres vivos com sangue nas veias como nós.



Maus tratos são julgados como crime: como envenenamento de animal ou manter o animal em lugar anti-higiênico, manter animal trancafiado em locais pequenos; manter animal permanentemente em correntes; golpear e/ou mutilar o animal; utilizar animais em shows que possam lhe causar pânico ou estresse; agressão física a um animal indefeso. Se encontrar um animal atropelado ou abandonado deve procurar imediatamente um veterinário ou o centro de
zoonose. Ou procure imediatamente uma delegacia de Policia, para lavrar o Boletim de Ocorrência ou, na dúvida, no receio, compareça ao fórum para orientar-se com o Promotor de Justiça.
Maus tratos é crime, legitimado pela Constituição Federal de 1988, em seu art. 225, inciso VII, afirma: “Proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais a crueldade”. E Lei Federal nº 9.605 de 1998, em seu art. 32, afirma: “Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos: Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa; § 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos: § 2ºA pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal”. Ainda o Decreto 24.645/34 reza em seu artigo 1º - “Todos os animais existentes no País são tutelados do Estado”. E em seu artigo 2º - parágrafo 3º: “Os animais serão assistidos em juízo pelos representantes do Ministério Público, seus substitutos legais e pelos membros das Sociedades Protetoras dos Animais”.



Portanto, se presenciar malefício contra estes indefesos seres, não se cale!
Para não cometer crime por omissão, pois, estará infringindo as leis acima mencionadas. Estes seres pertencem à biodiversidade onde todos nós estamos inseridos. Vamos cumprir nossa função de cidadãos conscientes. É dever de todos cumprir a lei. Não cometa crime por omissão.
Por Leonildo Colombo
Advogado pós-graduação em:
Direito Tributário
Direito Educacional
Direito Ambiental
Direito Processual Civil
leo@leonildocolombo.adv.b

Cão detecta com eficácia cancro no intestino


Investigação pode abrir portas à criação de um "nariz canino electrónico

Quem sabe se daqui a uns anos não haverá, nos consultórios médicos, cães para fazerem um diagnóstico do cancro do intestino? Não é um cenário provável, mas, de acordo com um estudo publicado na revista médica "British Medical Journal" (BMJ),  através do olfacto, estes animais são capazes de detectar com grande precisão a doença, mesmo  num estado inicial.
Investigadores do Departamento de Cirurgia da Universidade de Kyushu, no Japão, verificaram  que os cães são capazes de farejar os componentes químicos que correspondem a alguns tipos específicos de cancro e que circulam no corpo humano.
Esta descoberta, embora não vá trazer os cães para a prática clínica, abre portas ao desenvolvimento de testes que detectem as doenças oncológicas antes de se propagarem pelo corpo.
Faro mais eficaz do que testes tradicionais
Os cientistas fizeram experiências com um labrador treinado, que realizou durante vários meses testes de olfacto, entre os quais  farejar amostras de fezes ou o cheiro do hálito dos participantes do estudo - 48 pacientes com cancro do intestino e 258 pessoas que não tinham a doença.
Em 36 testes com amostras de hálito, Marine, o cão de oito anos,  identificou com sucesso 33 vezes as pessoas com cancro , acertando também em 37 dos 38 testes feitos com amostras de fezes. Mesmo casos em que o cancro do intestino estava num estado inicial foram detectados, o que para a medicina ainda é difícil.
Os investigadores referiram ainda que o facto de as pessoas fumarem ou terem outro tipo de problemas (que potencialmente poderiam interferir ou “mascarar” o odor exalado pelas células cancerígenas), não representa qualquer problema para o cão, como  já constataram outras investigações que recorreram a estes animais para farejar o cancro da bexiga, do pulmão ou da pele.
"Nariz canino electrónico"
Apesar da eficácia do faro de Marine, os  autores do estudo admitem que a utilização de cães para a detecção do cancro é pouco prática e dispendiosa. No entanto, esta descoberta abre portas ao desenvolvimento de um sensor, que funcionará como um “nariz canino electrónico”, para a realização de testes que identifiquem o cancro pelo odor.
Segundo Hideto Sonoda, que coordenou o estudo, “pode ser difícil introduzir o julgamento do faro canino na prática clínica devido ao custo e ao tempo necessários para treinar o cão. A habilidade do faro pode variar entre os cães e também no mesmo animal, dependendo dos dias ”.

01 fevereiro 2011

Significado Vítima



Hoje, dia 01 de Fevereiro de 2011, um homem foi atropelado por um comboio em Setúbal. Segundo fonte do INEM, como consequência deste acidente, a vítima com cerca de 50 anos e que se deslocava com a ajuda de muletas, sofreu a amputação de um membro inferior. (pé esquerdo). O homem foi assistido e transportado para o Hospital de São Bernardo, em Setúbal.
Fonte: Lusa / Sol  http://sol.sapo.pt
Ora, não faz muito tempo, mais precisamente em 30 de Janeiro de 2011, uma cadela foi mortalmente colhida por um comboio na estação de Corroios.
De acordo com Margarida Neto, o pobre animal deambulava desorientado na linha férrea, quando foi colhido por um dos comboios da FERTAGUS, que lhe amputou de imediato as duas patas dianteiras, sob os olhares de terror e gritos de aflição de muitos adultos e crianças que aguardavam na estação. Enquanto este acto repugnável decorria, os dois fiscais de serviço regozijavam sadicamente, sem nada fazer para alertar o maquinista, que nem circulava a grande velocidade.
Caros leitores, perante estes dois cenários, a única diferença está na Vítima.
Como forma de protesto contra este acto condenável por lei, no dia 05 de Fevereiro de 2011, irá ser feita uma MANIFESTAÇÃO SILENCIOSA DE PROTESTO CONTRA OS 2 FISCAIS DA FERTAGUS.
 

26 janeiro 2011

Ensinar gato a usar... a sanita



 
Uma questão de higiene e etiqueta
Gosta do seu gato como se fosse gente, por isso imagina como seria bom ele ter hábitos de gente que condissessem com o seu comportamento, tantas vezes tão humano para um felino. Pois deixe de desejar e passe à acção, ensinando-o a usar a sanita em vez da caixa de areia sanitária, nem sempre muito higiénica. No final, sim, ao seu tareco só já lhe faltará falar.
Antes do treino
   Certifique-se de que é este o método que pretende para o seu gato, uma vez que não pode, depois, tentar que o animal use outro qualquer que lhe dê mais jeito a si, ou melhor se adeqúe à sua vida em determinado momento. O treino deve ser aplicado a um gato novo, mas suficientemente crescido para que possa subir e saltar da sanita. Convém não esquecer que o animal tenderá, depois, a fazer as suas necessidades apenas em sanitas. Também por isso, este treino é indicado apenas aos gatos confinados ao espaço da casa. Um animal que possa ir à rua, acabará apenas por se habituar a reter fezes e urina até à próxima saída. Saiba ainda que, no caso de ter apenas uma casa de banho, as suas próprias idas ao wc estarão condicionadas com a logística que este treino implica.
Do que vai precisar
   — Uma caixa própria para as necessidades do animal.
   — Uma folha de papel (já vai saber para quê).
   — Semanas, ou mesmo meses de treino.
   — Muita paciência e dedicação.
Passo a passo
   — Levar a caixa das necessidades do gato até à casa de banho. Não a desloque directamente do local onde sempre tem estado para o WC. O processo tem de ser gradual. Falamos de centímetros por dia, todos os dias. Nada de precipitações que coloquem em risco o sucesso do treino.
   — Todos os dias, quando deslocar a caixa em direcção à casa de banho, vá reduzindo a quantidade de areia (ou qualquer outro material usado).
   — Vá deslocando a caixa até esta ficar colada à sanita. Pois é, pode mesmo demorar muito tempo.
   — Sempre que a aproximar da sanita, suba-a em altura, com o auxílio de listas telefónicas ou qualquer outra estrutura que permita segurança e estabilidade à caixa, para que não caia, assustando o animal e desmotivando-o a subir para ela.
   — Pare quando a caixa estiver colada à sanita e à mesma altura que esta.
   — Este ponto é decisivo e requer a sua própria colaboração, uma vez que a sanita, de agora em diante, passará a ser dos dois. Com o tampo levantado, tape o buraco da sanita com um papel autocolante, ou apenas fixando-o com fita-cola. (Pois é, tudo isto deve ser retirado quando você precisar de usar a casa de banho).
   — Desloque progressiva e diariamente a caixa das necessidades do animal para cima do tampo, agora forrado de papel, até estar completamente em cima da sanita.
   — Continue a retirar quantidades de areia, até ao ponto em que a caixa fique vazia.
   — Faça um pequeno furo central no fundo da caixa e outro, coincidente, no papel com que forrou a sanita.
   — Gradualmente, vá aumentando ambos os buracos, até ter a sanita quase descoberta.
   — Finalmente, retire o que resta da caixa e do papel. Missão cumprida, principalmente se foi bem sucedido e o animal se dirige à sanita sempre que tem necessidade de urinar ou defecar.
Importante
   — Não dê nenhum passo em frente sem que o gato se acostume às alterações anteriores.
   — O treino é mais eficaz, senão mesmo apenas eficaz, se o dono estiver em casa a tempo inteiro, pelo menos durante o tempo de aulas. Só assim perceberá se as coisas seguem na direcção certa: se o animal se sente confortável com as alterações, se não há resistência nem mudanças de comportamento… Além de que, a sua presença reconforta o animal conferindo- lhe segurança e tranquilidade.
   — Siga o treino à risca e sem pressas, ou acabará por incentivar o animal a fazer as necessidades onde calha, porque não gosta das mudanças ou não entende o que deve fazer.
   — Nunca force o animal a fazer aquilo que não quer ou não entende. Deitará tudo a perder se o animal associar a ida ao WC com coisas negativas, como sejam reprimendas ou castigos.
   — Este treino não se aplica a gatos velhos, com hábitos de higiene há muito instituídos e sem apreço ou paciência para mudanças.
   — Nunca se esqueça de puxar o autoclismo sempre que a sanita for utilizada, por si ou pelo gato. Alguns gatos apreciam colocar as patas na água, divertindo-se a salpicar tudo à volta. Não é agradável!
   Depois de treinado, fica apenas por resolver um pormenor: quem vai à casa de banho primeiro.
Fonte: Instinto a sua revista de estimação

25 janeiro 2011

Um animal adulto, porque não um velhote?


Durante alguns meses, colaborei com o  grupo de Voluntários do Canil/Gatil do Seixal. Por motivos de força maior, tive que desistir. Espero um dia poder regressar e dar o meu humilde contributo aos quatro patas que tanto necessitam.
Deixo o meu louvor, às pessoas que fazem parte deste grupo e que tive o privilégio de conhecer. Todos eles merecem a minha admiração e respeito pelo seu trabalho, dedicação e perseverança.
Esta publicação é dedicada aos quatro patas que conheci no canil e que lá se encontram , alguns ha muitos anos. Reavivou-se a minha memória, quando recebi um mail do Grupo de Voluntários onde apelam a adopção dos idosos e com deficiência. Reforço aqui esse apelo. Infelizmente, não tenho espaço para mais animais. Moro num apartamento e tenho quatro cães e três gatos – lotação esgotada -
Pela experiência que tenho, pois ao longo da minha vida sempre tive animais, aconselho a quem queira ter um amigo de quatro patas procurar nos canis um animal adulto e porque não um velhote? Infelizmente, muitos destes animais morrem sem conseguir realizar o seu grande desejo:ter um dono. A maioria das pessoas não sabe que a adopção de um animal adulto só traz benefícios. Não rói, não arranha não faz xixi em todo o lado, etc etc.
Um animal adulto (porque não um velhote?) é mais calmo, pois já sabe o que quer.
Um animal adulto (porque não um velhote?)  sente-se tão grato pela adopção que tudo faz para agradar o seu dono.
Um animal adulto (porque não um velhote?) é educado.
Um animal adulto (porque não um velhote?) não engana no tamanho.
Um animal adulto (porque não um velhote?) mostra qual o seu verdadeiro temperamento.
Muito mais havia para dizer sobre os benefícios de adoptar um animal adulto.
Por todos quanto esperam dia após dia,  por um alguém que os acolha com carinho e dedicação (especialmente os velhotes e com deficiência),  faço aqui o este apelo:

Adote um animal adulto – porque não um velhote?

Eles agradecem




22 janeiro 2011

Para um grande amigo, esta pequena homenagem

 
Diz a Bíblia: Quem tem um amigo tem um tesouro. Tu Gorby, foste o amigo e tesouro dos teus donos. Deixaste um grande vazio. Eu fui testemunha dos cuidados e carinhos com que sempre foste tratado. Nada te faltava. Bem ajam os donos que tiveste. Foram um verdadeiro exemplo de amor e dedicação para contigo.

SÓ ALGUMAS DAS MUITAS RECORDAÇÕES QUE TEMOS DE TI NOSSO AMIGO GORBY
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A ADOPÇÂO
Tu vieste até nós, como muitos dos teus irmãos de quatro patas chegam a outras famílias…
Num dia de Julho de 1995, estava a família no Vale da Telha em Aljezur, passando férias quando vieram mostrar-te por entre as grades do jardim. Alguém se queria ver livre de ti a qualquer preço.
Tu eras uma bolinha de pelo preto, que cabia na palma da nossa mão, desaparecias facilmente dentro de qualquer coisa.
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Não foi só o teu tamanho minúsculo que acabou por cativar nosso coração, mas sim os teus olhos meigos, pedindo… adoptem-me! A tua meiguice a tentar dar aquelas lambidelas furtivas, como querendo pedir, para te aceitarem… para te deixarem fazer laços, para ficar entre nós, fez com que não conseguíssemos resistir ao teu encanto.
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Eras demasiado bebé para seres tirado tão bruscamente da tua mãe. Antes de vos separarem, deveria ter sido com ela, que deverias ter obtido o ensinamento de sobrevivência. Não tiveste tempo de aprender nada… pois mal abrias os olhos quando vieste para perto de nós.
 
OS LAÇOS CRIADOS
Para nós, passaste a ser “ o nosso filho de quatro patas”. Era assim que nós falávamos de ti para as outras pessoas, porque era assim que o sentíamos. Deixamos de ter dois, para passarem a ser três filhos.
Pacientemente esperamos pela tua adaptação. Com muito carinho, tornaste-te um cão feliz , passando a ser o “ai Jesus de todos nós”.
Muito tinha para dizer em relação a ti… meu grande amigo… minha grande paixão… Foi muito gratificante ter vivido quase durante 15 anos na tua companhia.
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OS TEUS SENTIMENTOS
Estiveste sempre ao nosso lado nos bons e nos maus momentos. Tu ficavas em silêncio, pondo a pata no nosso colo, dando-nos lambidelas, na altura certa… nos momentos tristes, assim como davas pulos e latidos de alegria, quando estávamos contentes.
A tua cumplicidade, o teu companheirismo, nunca nos foi indiferente. Ias sempre ao nosso lado durante as viagens, comportavas-te sempre de uma forma exemplar, de tal modo, que fez de ti um companheirão ideal, que nos tirou a coragem de ir para onde quer que fosse sem ti.
 
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Foi muito bom ter-te entre nós meu fiel amigo…e por isso te estamos eternamente gratos. Obrigada pelos sentimentos que deixaste dentro de nós. Contigo nós vivemos um turbilhão de emoções. Tu nos deste momentos de alegria, de gratidão, de humildade, de lealdade, de carácter, de reflexão, de surpresa, de preocupação também.
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Tu não calculas as lições de afecto que aprendemos contigo. O amor incondicional que tinhas por todos nós, ajudou-nos a ter por ti um grande amor, o maior respeito e consideração.
 
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A TUA DOENÇA
No ultimo ano e meio da tua vida foi muito difícil para todos nós. Começamos a viver exclusivamente em prol do teu bem estar, a nossa vida de manhã até à noite, estava concentrada só em ti.. As nossas noites eram igualmente difíceis pois acordávamos de duas em duas horas para te dar água, aconchegar o teu já frágil corpo doente, passear contigo pela casa etc.
Todos os teus medicamentos eram extremamente caros, mas nunca te faltou nada, tu eras a nossa prioridade. O teu mal não tinha cura… era velhice… falta de forças primeiro nas pernas … por ultimo no corpo todo.
Também ouvimos muitas vezes as pessoas dizerem, “é apenas um cão”, e eu respondia “não se matam as pessoas só porque têm dificuldade em andar”. Para nós tu eras único, e por isso nós só queríamos que tu tivesses mais um tempo entre nós. Não nos queixamos, pois faríamos tudo de novo, para te termos connosco outra vez.
 
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A TUA PARTIDA
Foi muito complicado conseguirmos ter coragem, para deixar partir um amigo tão especial como tu… Foi a decisão mais difícil das nossas vidas... Foi um desgosto muito grande… ficaram muitos soluços entalados na garganta… o vazio que deixaste para sempre ninguém preencherá!
Fiquei em paz, eu não te queria abandonar meu amigo, na hora mais triste da tua vida. Seria a ultima coisa que eu iria fazer por ti, depois de tudo o que nos deste ao longo dos teus quase 15 anos de vida. Deus deu-me coragem para te deixar “adormecer tranquilamente” para sempre… num abraço…muito apertado… que nunca esquecerei…
Nasceste no Vale da telha em Aljezur, segundo nos disseram a 01 de Junho de 1995 e partiste para sempre em Corroios, numa 5ª feira dia 25 de Março de 2010, pelas 13,00.  
Meu grande amigo… talvez um dia, quem sabe… nos voltemos a encontrar!

18 janeiro 2011

Direitos dos Animais


Declaração Universal dos Direitos dos Animais

Artigo 1º
1. Todos os animais nascem iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à existência.
Artigo 2º
1. Todo o animal tem o direito de ser respeitado.
2. O homem, enquanto espécie animal, não pode atribuir-se o direito de exterminar os outros animais ou de os explorar, violando esse direito. Tem a obrigação de empregar os seus conhecimentos ao serviço dos animais.
3. Todos os animais têm direito à atenção, aos cuidados e à protecção do homem.
Artigo 3º
1. Nenhum animal será submetido a maus tratos nem a actos cruéis.
2. Se a morte de um animal é necessária, esta deve ser instantânea, indolor e não geradora de angústia.
Artigo 4º
1. Todo o animal pertencente a uma espécie selvagem tem o direito de viver livre no seu próprio ambiente natural, terrestre, aéreo ou aquático, e a reproduzir-se.
2. Toda a privação de liberdade, incluindo aquela que tenha fins educativos, é contrária a este direito.
Artigo 5º
1. Todo o animal pertencente a uma espécie que viva tradicionalmente em contacto com o homem, tem o direito a viver e a crescer ao ritmo das condições de vida e liberdade que sejam próprias da sua espécie.
2. Toda a modificação do dito ritmo ou das ditas condições, que seja imposta pelo homem com fins comerciais, é contrária ao referido direito.
Artigo 6º
1. Todo o animal que o homem tenha escolhido por companheiro, tem direito a que a duração da sua vida seja conforme à sua longevidade natural.
2. O abandono de um animal é um acto cruel e degradante.
Artigo 7º
1. Todo o animal de trabalho tem direito a um limite razoável de tempo e intensidade de trabalho, a uma alimentação reparadora e ao repouso.
Artigo 8º
1. A experimentação animal que implique um sofrimento físico e psicológico é incompatível com os direitos do animal, quer se trate de experimentações médicas, cientificas, comerciais ou qualquer outra forma de experimentação.
2. As técnicas experimentais alternativas devem ser utilizadas e desenvolvidas.
Artigo 9º
1. Quando um animal é criado para a alimentação humana, deve ser nutrido, instalado e transportado, assim como sacrificado sem que desses actos resulte para ele motivo de ansiedade ou de dor.
Artigo 10º
1. Nenhum animal deve ser explorado para entretenimento do homem.
2. As exibições de animais e os espectáculos que se sirvam de animais, são incompatíveis com a dignidade do animal.
Artigo 11º
1. Todo o acto que implique a morte de um animal, sem necessidade, é um biocídio, ou seja, um crime contra a vida.
Artigo 12º
1. Todo o acto que implique a morte de um grande número de animais selvagens é um genocídio, ou seja, um crime contra a espécie.
2. A contaminação e destruição do ambiente natural conduzem ao genocídio.
Artigo 13º
1. Um animal morto deve ser tratado com respeito.
2. As cenas de violência nas quais os animais são vítimas, devem ser proibidas no cinema e na televisão, salvo se essas cenas têm como fim mostrar os atentados contra os direitos do animal.
Artigo 14º
1. Os organismos de protecção e salvaguarda dos animais devem ser representados a nível governamental.
2. Os direitos dos animais devem ser defendidos pela Lei, assim como o são os direitos do homem.
Esta declaração foi proclamada em 15 de Outubro de 1978 e aprovada pela UNESCO, e posteriormente, pela ONU.

16 janeiro 2011

Cachorro em Teresópolis guarda túmulo da dona, morta nas chuvas do Rio

O cachorro Leão “guarda” o túmulo de sua dona, Cristina Maria Cesário Santana, morta nas chuvas que atingiram a região serrana do Rio de Janeiro nesta semana. Segundo a agência de notícias France Presse, que registrou a imagem do cachorro neste sábado (15) no cemitério de Teresópolis, o animal está há dois dias no local onde sua dona foi enterrada.
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Fonte: http://noticias.uol.com.br/album/110114chuvasrjserrana_album.jhtm#fotoNav=83


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Caros Protetores.


A tragédia em toda a região serrana do Rio de Janeiro está tomando proporções cada vez maiores, tanto para as pessoas quanto para os animais. O pânico está generalizado, os animais completamente desnorteados não são capazes de entender o que está acontecendo.




Os animais também são vítimas desta enorme catástrofe. Eles precisam de nossa ajuda!






A Coordenadoria do Bem Animal de Nova Friburgo, em parceria com a Ong Instituto Univida de Proteção Animal, está disponibilizando uma conta bancária (abaixo) e contatos para doações que serão revertidas integralmentepara alimentação e todos os cuidados que forem necessários para o atendimento dos animais desabrigados e/ou em sofrimento.



Pensamos também em auxiliar todos os canis de Nova Friburgo após vistoria no local, para verificarmos suas necessidades e para melhor utilização das doações que serão exclusivamente usadas para minimizar o sofrimento dos animais. Prestaremos contas através da Internet.

TODOS JUNTOS PELOS ANIMAIS!!!

Fonte:

http://www.univida.org.br/

http://ogritodobicho.blogspot.com/

15 janeiro 2011

Fotografia e Vida Selvagem Nick Brandt

 
Nascido e criado em Londres, Nick Brandt frequentou a escola de St.Martin, onde adquiriu uma formação base em cinema e pintura. Após ver as imagens do seu portfolio, é fácil compreender e invejar a capacidade natural de retratar África de uma forma quase icónica.
A sua jornada pelo continente africano começou em Dezembro de 2000, demonstrando aquela que viria a ser a sua assinatura visual e estilo sobre trabalhos deste género. Apesar de já não estar dedicado somente a fotografia, são diversos os trabalhos e exposições individuais do autor, tendo sido inclusive publicado um livro com os seus trabalhos.
Cativou-me o olhar sereno, quase paradisíaco, sobre a selva africana e seus animais. Com composições muito cuidadas e estética invulgar, é impossível não querer conhecer mais do continente Africano e toda a sua vida selvagem.
Fonte: http://obviousmag.org/
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Nascido em 1966 Nick Brandt cresceu em Londres,e se tornou um grande fotógrafo.
No ano de 2000, Brandt iniciou seu ambicioso projeto fotográfico: Fotografar exclusivamente na África.
           Veja mais sobre o trabalho de Nick Brandt