30 março 2011

Associação Animal promove marcha por nova lei de protecção em Portugal

 

A Associação Animal promove no dia 09 de abril uma marcha que se insere nas iniciativas de apoio à campanha de recolha de assinaturas para levar ao Parlamento a proposta de uma nova lei de proteção dos animais.


A Animal, associação de defesa dos direitos dos animais, é o primeiro subscritor da Iniciativa Legislativa de Cidadãos (ILC) por uma nova lei de proteção dos animais em Portugal, projeto-lei que precisa de 35 mil assinaturas para poder ser discutido na Assembleia da República. 

No âmbito desta campanha, lançada a 17 de setembro do ano passado, a associação promove várias iniciativas, sendo uma delas a marcha de 09 de abril "Cidadãos Por Uma Nova Lei de Proteção dos Animais em Portugal", explicou à Lusa a presidente da direção da Animal. 

"Temos feito todos os anos marchas, mas a deste ano tem uma característica especial que é a de serem cidadãos a apoiar este projeto-lei. Na do ano passado, que não tinha esta campanha legislativa associada, apareceram cerca de quatro mil pessoas, esperamos que este ano sejam ainda mais", disse Rita Silva. 

Na página que a Animal criou na rede social Facebook "Marcha Cidadãos Por uma Nova Lei de Proteção dos Animais em Portugal" cerca de 2.400 pessoas já disseram que irão sair à rua a 09 de abril. 

Rita Silva escusou-se a divulgar quantas assinaturas já foram reunidas no âmbito desta campanha, mas garantiu que o processo "está a correr bem". 

A presidente da direção da Animal tem consciência de que atingir a meta das 35 mil assinaturas "é um objetivo muito difícil, mas alcançável". 

A recolha de assinaturas durará até setembro, que marca o início da próxima sessão parlamentar. 

"É uma campanha longa, é um processo moroso", afirmou Rita Silva. 

A Lei de Proteção dos Animais vigente data de 1995. Rita Silva adiantou que da proposta da nova lei constam, entre outros, "a alteração do estatuto jurídico dos animais, a inclusão de despesas, médico-veterinárias e de alimentação, com animais no IRS, a proibição das touradas, de circos com animais, de tiros a alvos vivos, de 'rodeos' e dos carrosséis com animais, bem como a criminalização dos maus tratos a animais". 

A concentração está marcada para as 14:00 junto à praça de touros do Campo Pequeno, em Lisboa, "por razões óbvias", e a marcha segue depois até à Assembleia da República, onde irá decorrer uma conferência de imprensa que contará com a presença de algumas figuras públicas. 


Lusa

28 março 2011

A história da Bolota

 
Nota prévia: este post é a transcrição de uma mensagem da Associação Animais da Rua.
 
Recentemente, a Animais de Rua envolveu-se no resgate de um animal de uma espécie diferente dos habituais cães e gatos que nos passam pelas mãos todos os dias.

Soubemos que um leitão fêmea iria ser usado para as filmagens de uma série da SIC ( "A Família Mata" - episódios 17 e 18, dia 30 e 31 de Março) e que iria ser devolvido ao criador no final, onde o esperava o abate. Os membros da produção do programa que estavam com ele em casa rapidamente se afeiçoaram ao animal e não queriam que fosse esse o seu destino, pelo que a Quinta das Águias, que tem um pequeno santuário para animais de quinta, se prontificou a recebê-la.

Depois de algumas peripécias para a conseguirmos transportar até Paredes de Coura, a Bolota chegou à Quinta, onde foi muito bem recebida pelos restantes animais residentes. É um animalzinho incrivelmente inteligente e afectuoso, adora colo (mal pegamos nela adormece quase instantaneamente) e desenvolveu uma amizade especial com a Yana, cadela dogue alemão senior que está na Quinta em FAT e com quem ela dorme todos os dias na mesma casota.

É um mamífero que tem o mesmo grau de sensibilidade, a mesma capacidade de sentir dor e prazer e mesma densidade emocional que os cães e gatos que aqui lutamos diariamente para proteger.
No entanto, muitos de nós esquecemos que o fiambre e outras carnes que comemos provêem de animais como a Bolota, mas que foram criados intensivamente e levaram existências curtas e miseráveis, em espaços exíguos onde não se podem mexer (muitas vezes nem se podem levantar ou virar, e as porcas amamentam as crias através de grades, sem nunca os poderem lamber ou acarinhar), não podem conviver com outros animais e não vêem sequer a luz do dia, para serem depois transportados em condições desumanas e abatidos de forma agonizante, tudo para alimentação dos seres humanos.

 
 

 









Aproveitamos para o convidar a ler e fazer uma pequena reflexão sobre um texto que versa precisamente sobre esta questão da distinção que fazemos sobre as diferentes espécies de animais: Vegetarianismo Ético
E também para sugerir a leitura do livro Eating Animals,
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em Português Comer Animais, de Jonathan Safran Foer, quem está a fazer um enorme sucesso a nível mundial e que traz uma abordagem inovadora e muito interessante sobre os nossos hábitos alimentares.
E, por fim, do livro "Libertação Animal", de Peter Singer, um dos principais filósofos americanos da actualidade e que temos à venda na nossa Loja Virtual
É importante lembrar que, mesmo que não siga a opção vegetariana/vegan, estará já a tomar uma opção mais ética e mais compassiva com os animais ao reduzir o número de refeições com produtos animais e ao adquirir sempre ovos de galinhas criadas ao ar livre, e carnes e produtos lácteos biológicos.
Há pequenas mudanças que podemos fazer nos nossos hábitos e que evitam um sofrimento terrível a muitos milhões de animais!

Crise aumenta procura de canis

 
Aumentou em mais de 60 por cento o número de cães entregues no Canil Municipal de Leiria para abate, facto atribuído à crise que está a afectar as famílias e também ao sucesso das campanhas contra o abandono de animais.
"Notamos que as pessoas estão a desfazer-se dos cães em número superior ao que era habitual, por não terem condições para os criar, e optam por entregá-los no canil porque o abate é gratuito", explicou Pedro Nogueira, veterinário municipal de Leiria, salientando o facto de estarem a diminuir os casos de abandono.
Na opinião do responsável, as campanhas de sensibilização contra o abandono de animais estão a "começar a produzir efeitos", levando a que as pessoas encontrem outras soluções em vez do puro abandono dos animais.
Segundo dados divulgados pela Câmara de Leiria, em 2010 foram entregues no Centro de Recolha do Canil Municipal 886 cães, quando no ano anterior tinham sido 551. Nos dois últimos anos também aumentou (de 320 em 2009 para 479 em 2010) o número de cães recolhidos pelos serviços municipais.
Dos 1365 cães que em 2010 deram entrada no canil, 544 estavam em condições de serem adoptados, mas só 274 arranjaram uma nova casa. Os outros foram abatidos.
 

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Por estas e outras, cada vez gosto mais dos animais. Como é possível entregar-se um amigo para abate? Pode faltar para mim, mas não quero que nada falte á minha família de quatro patas, pois tal como uma criança, eles não sabem o que é a maldita crise.
Ana Paula
"Perderei a minha utilidade no dia em que abafar a voz da consciência em mim".
Mahatma Gandhi

26 março 2011

Cadela surda aprende linguagem gestual



Uma cadela de raça Springer Spaniel, de apenas três meses, está a aprender linguagem gestual para poder comunicar com os seus donos, também eles surdos. Segundo o jornal Sun, Alice foi abandonada por um criador da Irlanda quando tinha oito semanas, depois de ele ter percebido que ela é surda, e foi levada para a associação de protecção de animais The Blue Cross.

Os responsáveis pela associação ficaram preocupados com o facto de ninguém querer adoptar Alice, uma vez que ela não pode ouvir os chamamentos . Mas Alice acabou por arranjar a família ideal, Marie Williams, 41 anos, e Mark Morgan, 43, ambos surdos. Marie contou ao jornal: “Ela é tão bonita e o facto de também ser surda fez com que nos apaixonassemos ainda mais por ela – sabíamos que ela se adaptaria perfeitamente à nossa família”.

Menos de um mês depois de ter sido resgatada, Alice tinha já uma nova casa. Agora, vive com o casal e os seus três filhos, com idades entre os 5 e os 16 anos. “Fico revoltada por saber que alguém a abandonou só por não a considerar «perfeita»”, criticou Marie Williams.”Com um pouco de esforço é fácil lidar com uma cadela surda. Ela já aprendeu alguns comandos básicos”.


25 março 2011

Primeira força policial do mundo para combater casos de crueldade contra animais


Em outubro de 2010, o governo holandês aprovou umprojeto que deve ter deixado o Peta bem satisfeito: a primeira força policial do mundo para combater casos de crueldade contra animais. A estimativa é que a polícia, que já tem até sede (fica na Hogestraat 11, na cidade de Arnhem), entre em ação já nos próximos meses.
O projeto foi criado pelo  Partido para os Animais da Holanda, que desde 2006 conta com dois representantes no Parlamento local. Os pequenos detalhes da força ainda não foram divulgados, mas já sabemos que foram recontratados 500 agentes, que foram demitidos por conta de cortes no orçamento do governo local. Portanto, a iniciativa ainda tem umimportante lado social, já que reintroduziu cidadãos ao mercado de trabalho.
Marianne Thieme, líder do partido, garante que este número dará conta apenas dos casosde maus tratos contra animais domésticos. Segundo a militante, precisaria de mais homens para olhar também para as fazendas, já que a indústria de alimento é o grandeproblema em relação à crueldade contra animais no país.
“Temos 450 milhões de animais abatidos todo ano, que estão tanto em pequenas jaulasquanto em grandes depósitos. Se amontoam, por exemplo, 100 mil galinhas juntas,sofrendo crueldades terríveis”, comentou Marianne em entrevista à BBC Brasil.
Além de implementar o projeto, a parlamentar também acredita que é necessário criar novas leis e ter promotores mais capacitados para julgar casos de violência. “Hoje, 90% dos casos de crueldade contra animais na Holanda são rejeitados pelos tribunais, em boa parte devido ao despreparo dos promotores”, finaliza.

Leoa passa horas cuidando do companheiro doente, antes de ele ser sacrificado


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Shiba, uma leoa do Zoológico de Pittsburgh, nos Estados Unidos, ficou ao lado do companheiro, até os últimos dias da vida dele. O leão africano conhecido como Juma, vivia no local desde 1990 e precisou ser sacrificado por conta de doenças relacionadas à idade, incluindo a demência felina.
- Seus tratadores tentaram encorajá-lo a comer, dando-lhe a sua comida favorita: peru. Mas sabíamos que, apesar de tudo o que estavam fazendo, sua qualidade de vida continuava piorando. Disse a Dra. Stephanie James, diretora de saúde animal da instituição, ao site do tablóide Daily Mail.
Juma chegou ao zoológico de Pittsburgh em 1990
Debilitado, o animal precisou ser sacrificado

24 março 2011

ALERTA ASSOCIAÇAO DE VETERINÁRIOS Juntas de Freguesia são determinantes no processo de registo de animais



A Associação Nacional de Médicos Veterinários dos Municípios, pela voz do seu representante regional, alerta as Juntas de Freguesia para a obrigatoriedade do registo da identificação de cães por microchip e do licenciamento dos mesmos animais, depois de os donos darem entrada do processo.
Segundo Diogo Costa, o quadro actual é marcado por essa falha na base de dados oficial, e, por isso, diz, urge adoptar atitudes de maior responsabilidade em nome da eficácia do sistema.
Um cão com ‘microchip’ mas sem registos lançados na base de dados oficial é o mesmo que não dispor desse dispositivo de identificação obrigatório. As palavras são de Diogo Costa, representante nos Açores da Associação Nacional de Médicos Veterinários dos Municípios (ANVETEM), e surgem em tom de alerta para a comunidade em geral e sobretudo para as Juntas de Freguesia da região.
Em declarações ao nosso jornal, o médico-veterinário diz verificar-se duas grandes falhas no sistema sendo uma atribuída à maioria dos donos e outra aos serviços das Juntas de Freguesia.    
Após a colocação do dispositivo nos caninos pelo médico-veterinário e do seu devido registo, explica, os responsáveis pelos animais identificados devem dirigir-se à Junta de Freguesia no sentido de formalizar o processo.
“O dono deve levar à Junta de Freguesia a folha de registo preenchida pelo médico-veterinário e, por sua vez, o mesmo tem obrigação de comunicar aos serviços das Juntas os cães que foram identificados naquela freguesia”, precisa. E continua: “Depois também é preciso que as Juntas detenham a ligação à internet e a sua palavra-chave de acesso à base de dados nacional e que proceda a esse registo correctamente”.
Na prática, o sistema só terá eficácia com a adopção de comportamentos de responsabilidade de ambas as partes. E, por isso, Diogo Costa recorda a recente sessão pública sobre essa matéria no âmbito do primeiro Encontro Regional das Freguesias dos Açores, que teve lugar a 11 e 12 de Março em Angra do Heroísmo.
“Acaba por ser muito burocrático fazer o registo de um cão”, considera.  
Sobre as vantagens e desvantagens, esclarece que o ‘microchip’, feito uma vez na vida do animal, ao contrário do licenciamento que deve ser renovado anualmente, não é um GPS mas, sim, uma placa que contém o número de identificação correspondente, por exemplo, ao do bilhete de identidade do dono.
“Uma vez introduzido na base de dados revela a categoria do cão, se é de caça, atleta, de companhia, ou se tem fins comerciais, e a informação pessoal do seu dono. Em caso de perca, o canil poderá identificar o animal e devolvê-lo a quem pertence”, avança.
Bases de dados “em excesso”
Entretanto, o médico-veterinário critica a existência de três bases de dados actualmente em actividade para o mesmo fim – SICAFE (oficial); SIRA (a mais antiga) e SIRAM (Região Autónoma da Madeira) –, todas reconhecidas nos termos da lei nacional.
Uma realidade que, segundo Diogo Costa, promove sucessivos cruzamentos de dados.
Assim, avança, o diploma em vigor desde 2003 (Decreto-Lei nº313/2003), reformulado em 2008 no sentido em que passou a obrigar a identificação electrónica de cães e gatos, entre 3 e seis meses, independentemente da raça e da categoria, deve ser revisto.
“Não está a funcionar assim. Quando nos aparece um cão no canil vamos consultar a base de dados oficial e depois os restantes. Só faz sentido haver uma e que funcione a nível nacional”, considera o responsável na região pela ANVETEM, sublinhando que “urge avançar com modificações”. “Além disso, urge simplificar o processo burocrático de forma a assegurar que os dados são introduzidos. Como está desmotiva as pessoas a colocar o ‘microchip’ nos seus animais”, acrescenta.
Como resolução, indica duas hipóteses e revela a intenção da DGV em mudar o actual procedimento dos registos. Ou a responsabilidade de introdução dos dados no sistema electrónico recai sobre o médico-veterinário ou então as Juntas de Freguesia assumem a tarefa sem necessidade dos donos comparecerem nos seus serviços.
“Assim é preciso haver facilidade para as Juntas de Freguesia na introdução dos dados mesmo que a pessoa não compareça para comprovar a colocação do ‘microchip’ no animal”, adianta.
Uniformização dos montantes
De acordo com o diploma vigente, o montante cobrado aos donos dos animais pela taxa do registo e licenciamento na base de dados, excluindo a primeira visita ao médico-veterinário, varia entre 1.00 e 8.00 euros, conforme a Junta de Freguesia em questão.
“A lei deixa ao critério de cada Junta e é definido na Assembleia de Freguesia. Por isso muitas pessoas residem numa freguesia e dirigem-se a outra, que pratica preços inferiores, para registar o seu cão”, revela Diogo Costa.
O responsável nos Açores pela ANVETEM defende a uniformização dos montantes para motivar a comunidade a dirigir-se à Junta de Freguesia da sua área de residência e, assim, facilitar a organização do trabalho dos profissionais.
“Devia haver uma uniformização do preço das taxas de registo e da licença a nível nacional”, diz.
No que concerne a valores da aplicação de coimas, Diogo Costa, revela que variam entre cerca de 25 e 40 euros e, em tom de conclusão, assegura que os pagamentos das infracções são na sua maioria efectuados.  
44 Juntas dos Açores não registam animais
De acordo com números oficiais avançados pela DGV, os Açores contam actualmente com 44 das 154 juntas de freguesia sem registos de animais no SICAFE, das quais 19 não solicitaram a ‘password’ de acesso à Base de Dados.
No caso da ilha Terceira, o número de juntas de freguesia com falta de registos de animais é de seis (Angra do Heroísmo e Praia da Vitória) num total de 30.
Em termos de caninos, a nível regional, o ano de 2010 reconhece 7400 registos, sendo 4000 em São Miguel, 2000 na Terceira, e o restante nas outras ilhas do Açores.
Já a nível nacional, a DGV diz encontrar-se registados cerca de 380 mil animais, dos quais 6 por cento são felinos e os restantes caninos.
Sónia Bettencourt
 

23 março 2011

Abrigo em Kesennuma aceita pessoas e animais afectados pelo tsunami.


Dezenas de pessoas afectadas pelo abalo sísmico, seguido de tsunami, que atingiram o Japão há quase duas semanas, estão temporariamente alojadas numa escola em Kesennuma juntamente com os seus animais de estimação, conta o canal de televisão NTD. Localizada no nordeste do país, Kesennuma perdeu muitos dos seus cerca de 74 mil habitantes.
Yoko Takizawa, uma das sobreviventes da catástrofe, contou: “Eu estava a trabalhar e o meu marido estava em casa quando o tsunami atingiu a cidade. Ele só teve tempo de pegar no cão, de colocá-lo debaixo do braço e fugir. Tudo o que nós temos agora é o nosso cão”.








Fotos do centro de refúgio para pessoas com os seus animais de estimação, após o sismo no japão.

22 março 2011

Correio britânico lança selos com animais em extinção


Série especial foi criada para comemorar os 50 anos da ONG ambiental WWF

por Redação Galileu
O Royal Mail, serviço de correios da Grã-Bretanha, lançou uma coleção especial de selos para comemorar os 50 anos de existência da WWF, uma das maiores ONGs ambientais do mundo, em 22 de março de 2011.
Os oito selos comemorativos representam animais que estão em perigo de extinção, como os rinocerontes negros, os elefantes africanos, o panda vermelho, o urso polar, entre outros.
Veja abaixo os selos comemorativos da WWF:


21 março 2011

Vamos mudar o Fado dos animais???

 

No dia 12 de Abril, a comunidade fadista junta-se por uma causa que é muito especial à menina e moça, não tivesse ela um Benjamin. O palco do Tivoli em Lisboa irá acolher a causa é animal que tem como objetivo mudar o triste Fado dos animais!
O elenco é de luxo:
» Ana sofia varela
» António Pinto Basto
» Yola Dinis
» Joao Ferreira Rosa
» Maria João Quadros
» Maria Armanda
» Teresa Tapadas
» Manuela Cavaco
» Luis Almada
» Claudia Picado
» Margarida Bessa
» Nuno de Aguiar
O espetáculo tem início às 22 horas. Ajude a Causa Animal a ajudar a mudar o Fado dos animais!
 

19 março 2011

9 coisas que você não sabe sobre cães


Já que o cão é o melhor amigo do homem há cerca de 15.000 anos, você poderia pensar que os seres humanos os conhecem muito bem. Surpreenda-se com essa lista, que mostra que nossos animais de estimação preferidos são muito mais do que acreditamos:
1) ELES PEGAM NOSSAS DOENÇAS
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Em relação ao que nos faz mal, somos muito parecidos. Cerca de 6 milhões de cães são diagnosticados com câncer a cada ano. Eles também têm versões caninas de raras doenças humanas como uma neuronal que leva à incapacidade de caminhar ou controlar os músculos. Cachorros e humanos partilhando as mesmas doenças pode ser uma “boa” coisa: as pesquisas são mais fáceis de executar em animais, dando aos médicos um modelo da doença humana, e aos cães uma chance de cura.
2) ELES PODEM CHEIRAR NOSSAS DOENÇAS
Doenças como câncer, diabetes ou epilepsia podem ser detectadas por cães. Estudos mostram que os animais podem ser treinados para farejar câncer de pulmão, mama, pele, bexiga e próstata. Pesquisadores suspeitam que eles sentem “perfumes” extremamente tênues emitidos por células anormais. Eles também são muito usados para ajudar pessoas doentes. Pacientes com diabetes, por exemplo, cuja saúde pode ser prejudicada quando o açúcar aumenta em seu sangue, podem ser avisadas por cães (que detectam o odor destas flutuações) antes mesmo de sentir os sintomas. Também há casos relatados de cães que podem alertar pessoas epilépticas 45 minutos antes de um ataque começar.
3) ELES “PENSAM
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Segundo pesquisas, os cães podem ser tão inteligentes quanto crianças de 2 anos. Border collie é a raça de cães no topo da categoria “inteligência”, capaz de entender até 200 palavras. Os poodles, pastores alemães, Golden retrievers e Dobermans completam o “top cinco” de raças mais inteligentes. O popular labrador vem em sétimo. Raças de cães de caça mais antigas, como buldogues e beagles, estão entre os alunos mais lentos do mundo canino. Ao contrário de raças de cães mais novas, projetadas para o companheirismo e a sociabilidade, as raças mais velhas foram criadas para farejar e caçar, com mais músculos do que cérebro.
4) ELES PODEM NOS DEIXAR DOENTES
 
Cães podem transportar patógenos aos humanos. A raiva, uma doença neurológica fatal, é a mais famosa. Porém, vacinas exigidas por lei podem interromper sua disseminação. Em alguns casos, alimentos para cães podem causar intoxicação alimentar em humanos, graças à contaminação pela bactéria Salmonella. Agora, o mais apavorante de tudo é um estudo que descobriu que os seres humanos podem contrair a lombriga parasita Toxocara canis apenas através de um afago na pele de seus cães infectados. A lombriga, que cresce nos intestinos de cães, pode crescer na parte de trás do olho de seres humanos, causando cegueira. Também podem se alojar em fígados e pulmões humanos. Essas infecções são raras, ainda assim, veterinários alertam que a higiene é importante para os proprietários de cães; lavar as mãos antes das refeições e após brincar com seu animal de estimação é indispensável.
5) ELES TAMBÉM TÊM INVEJA
 
Estudos sugerem que os cães sabem quando não estão recebendo tratamento justo. Quando cachorros faziam tarefas e não ganhavam nada por isso, mas outros cães sim, os não recompensados começavam a ficar agitados, arranhando-se e evitando o olhar dos cães recompensados. Eles também param de fazer a tarefa muito mais rápido do que se estivessem sozinhos e não fossem recompensados. Porém, eles não são tão invejosos quanto nós: os animais não pareciam se importar se outros cães ganhavam salsicha, enquanto eles só ganhavam pão, e também não ligaram se um outro cão ganhava comida sem fazer nada enquanto eles tinham fazer truques. Ainda assim, as conclusões são boas evidências de que a inveja não é só coisa de primata.
6) MAS NÃO SE SENTEM CULPADOS
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Você pode ter sido muito injusto com seu cão. O fato é que, quando ele lhe dá aquele “olhar de pena”, não significa que ele esteja se sentindo culpado ou assumindo seu erro. Ele está apenas respondendo a sua repreensão. Quando os donos de cães repreendiam os animais por terem comido um lanche, eles olhavam com “cara de culpa” independentemente de terem mesmo ou não comido o lanche. Na verdade, os cães que foram injustamente acusados muitas vezes pareciam mais culpados. Ou seja, aquele olhar expressivo não significa nada, só que você está gritando com ele.
7) CÃES DÓCEIS VIVEM MAIS
Pesquisas afirmam que cães obedientes e de raças dóceis vivem mais. Os estudos compararam o uso de energia, as personalidades, as taxas de crescimento e a expectativa de vida de 56 raças de cães. Depois de controlar fatores como tamanho do corpo, os pesquisadores descobriram que raças agressivas viviam menos. Eles cresciam mais rapidamente, e tinham maiores necessidades de energia. Os resultados sugerem que, a procura de selecionar e cruzar raças com certa personalidade, os humanos inadvertidamente tocaram em características ligadas ao metabolismo e longevidade.
8 ) ELES SÃO A RAÇA DE MAMÍFEROS MAIS DIVERSA
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Os cães apresentam uma incrível diversidade de forma corporal. Um estudo constatou que as diferenças entre os crânios de raças de cães são tão pronunciadas como as diferenças entre espécies de mamíferos completamente distintas. Um crânio de Collie, por exemplo, é tão diferente de um crânio de pequinês quanto o crânio de um gato é de uma de morsa. Toda esta diversidade faz dos cães uma espécie excelente para estudar genética.
9) ELES FAZEM PARTE DA NOSSA VIDA SOCIAL
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No passado, as pessoas viam os animais como seres sagrados. O cão tinha um papel espiritual. O cão de três cabeças chamado Cérbero guardava o submundo do mito grego, enquanto os embalsamadores egípcios escolheram o deus cão Anúbis como seu patrono. No folclore maia, os cães levavam os mortos para sua vida no “além”. No Nepal, o Festival de Outono de Tihar tem um dia especial para honrar os cães com guirlandas de flores e alimentos. Hoje em dia, os cães são vistos como simples animais de estimação, porém muito populares e queridos. 80% dos proprietários de cães relataram que interagem com seus cães por mais de duas horas por dia. Muitos relatam que vêem seus animais de estimação como filhos. O melhor amigo do homem pode até mesmo trazer mais amigos aos seus donos. Um estudo de 2000 descobriu que andar com um cachorro pelo menos triplicou o número de interações sociais que uma pessoa tinha. Mais do que isso: os cães incitam contato social mesmo quando o animal parece feroz ou o proprietário não está bem vestido. [LiveScience]

18 março 2011

Exemplo comovente da lealdade de um cão, para com o seu amigo.



Nestes dias em que se procuram sobreviventes nos escombros deixados pelo sismo e tsunami que atingiu o Japão há quase uma semana, as equipas de resgate são muitas vezes ajudadas por cães que detetam e ajudam a salvar o maior número de pessoas. Mas muitas vezes são os próprios animais que precisam também de ajuda, quando são também eles as vítimas da catástrofe.
Foi o que aconteceu na zona japonesa de Ibaraki quando uma equipa de filmagem mostrava imagens da área devastada e se deparam com um cão castanho aparentemente inquieto e desorientado pelo ambiente de destroços à sua volta.



A equipa interessa-se pelo cão e vêem-no a dirigir-se para um outro animal visivelmente debilitado. O cão castanho fica todo o tempo em estado de alerta, mas senta-se ao pé do parceiro, um cão branco, provavelmente ferido, a quem se recusa abandonar.
As imagens de lealdade, amizade e apoio que se notam neste vídeo entre os dois animais comoveram quem as mais de 1.331.879 pessoas que assistiram ao vídeo no Youtube.
De acordo com o jornal Daily Telegraph e a CNN, ambos os cães foram resgatados pela equipa de resgate e socorro aos animais vitimados pelo duplo desastre natural do Japão. Tanto o cão castanho como o branco estão a ser devidamente tratados e irão também eles recuperar desta tragédia.




17 março 2011

Um paraíso na terra para os gatos.

 

 

Um paraíso na terra para os gatos. Um lugar que deixa qualquer pessoa amante de gatos ou dos animais em geral extremamente feliz. Depois que se passa uma vida inteira vendo os maus tratos aos animais, o sofrimento de gatos de ruas e muitas outras tragédias, conhecer o Rancho Caboodle - mesmo por fotos ou vídeo - é um colírio para os olhos, é um Oasis em meio ao deserto. E pensar que esse paraíso surgiu da idéia de uma única pessoa é fantástico.

A idéia do rancho ou fazenda para os gatos, que na verdade mais parece uma cidade dos gatos, localizada em Jacksonville, Florida, surgiu por acaso em 2003 e de lá para cá se expandiu para um verdadeiro santuário de 30 acres que abriga mais de 500 gatos abandonados ou sem lar. Seu fundador, Craig Grant, é que mantém o custeio quase que total do santuário. Esse senhor simpático grande amante dos animais vê toda sua felicidade e realização em ver a felicidade e boa vida que levam os gatos neste local.

Com muita habilidade e criatividade o próprio Grant construiu a maior parte do lugar e o mantém embora precise trabalhar fora para manter-se e aos gatos. A maioria dos gatos que vivem no local era gatos de rua ou abandonados que viviam vagueando sem teto. Outros ainda vieram parar no local porque por algum motivo seus donos não puderam ficar com eles.

A manutenção do rancho consume cerca de 6.000 dólares por mês, que Grant consegue às vezes com muito sacrifício, tudo para conseguir dar uma boa vida para os bichanos que tanto ama. Na verdade esse grande herói dos gatos afirma que às vezes ele nem tem dinheiro para comer, mas não deixa faltar aos gatos. Em seu blog – Um dia na fazenda – ele descreve os desafios cotidianos da manutenção de seus gatos, de suas preocupações quando tem que viajar e deixar os gatos e muitas outras coisas.

Apesar dos sacrifícios, e da pouca ajuda que recebe, os gatos são bem cuidados. Castrados, com atendimento veterinário para cada um deles, alimentação, água e um lugar de sonho que inclui árvores e até casinhas para abrigá-los das intempéries. Claro que com tudo isso os gatos o adoram, basta ver que o seguem por toda parte e o reconhecem de longe. É algo maravilhoso de se ver quando Grant está no meio deles.

Por incrível que pareça, a história desse homem maravilhoso e seus gatos nasceu por acaso. Aliás, ele nem sequer gostava de gatos. Eis como ele narra sua história no site Rancho dos Gatos:

Conheça a história contada por Grant, seu idealizador

Eu estava alugando uma casa de condomínio a dois passos da praia com meu filho. Tinha todos os confortos e conveniências do lar. Quarto mobiliado, a um curto passeio até a praia e perto do trabalho. Então, meu filho saiu por conta própria pela primeira vez. Ele deixou sua gata comigo, porque ele não podia levá-la com ele. Eu não gostava de gatos, mas concordei em ficar com ela. Eu não estava acostumado a ficar sozinho e a gata Pepper não era qualquer uma. Nós lentamente começamos nos dar bem. Alguns meses se passaram e eu descobri que ela estava grávida. Oh grande, e agora? Ela teve cinco gatinhos. Eu queria dar-lhes sumiço, porque eu não queria a minha linda casa destruída, mas meu filho disse-me que tinha que ficar com a mãe durante 8 semanas. Durante esse tempo eu aprendi que cada gato tem sua personalidade própria e não demorou muito para que os gatinhos estivessem balançando as minhas cortinas. Eu não me importava. Algo tinha mudado... Eu não queria abandoná-los.

Mas, com seis gatos, as reclamações começaram com o proprietário do condomínio e os vizinhos. Eu sabia que tinha que procurar outro lugar para ir. Eles não estavam seguros na vizinhança.

Encontrei um de meus gatos machucado e outro foi mordido por um pitbull que eu sei que foi solto para esse fim. Algo precisava ser feito.

Eu não sabia o que fazer em primeiro lugar, assim eu construí um barracão no quintal do meu filho e vivi nele por um tempo. Então eu encontrei um anúncio de um corretor de imóveis oferecendo cinco acres em uma fazenda com árvores; financiada direto do proprietário, a baixo custo mensal... O problema era que ele estava 100 quilômetros a oeste de Jacksonville.

Saí para ver e adorei. Ao longo dos próximos meses, eu comprei mais cinco terrenos. Agora tenho 25 acres.

Limpei uma pequena área e comprei um trailer como um refúgio para meus gatos. Eu coloquei nele uma porta de animal de estimação e prateleiras acolchoadas para eles. Nessa época eu tinha 11 gatos. Eu tinha ficado com gatos abandonados e errantes da vizinhança e das áreas que eu trabalho como um empreiteiro. Eu tinha 22 gatos até a primavera de 2004.

Não tenho mais nenhum dos meus móveis antigos; itens materiais não são importantes para mim mais. Meus gatos me fizeram mais feliz do que nunca. Eles realmente são os melhores amigos que eu já tive.

Caboodle Fazenda agora é um santuário permanente para os gatos que têm sido chutados por pessoas sem coração. Há muitas histórias tristes entre todos os gatos que eu adotei. Alguns quase morreram de fome, alguns deles se encontravam feridos. Eu vi muitos fechados em jaulas durante meses em abrigos de animais e fiquei com alguns deles também.

Os gatos devem ser capazes de andar livremente, e em Caboodle Ranch, é o que eles fazem. Estamos no meio de 100 hectares de fauna. Os gatos me seguem através das trilhas naturais que eu coloquei e mantenho, sobem em árvores fortes que eu construí e se escondem em tocas escavadas no subsolo que tenho feito para eles.

Todos os gatos foram esterilizados ou castrados, todos as vacinas são atualizadas e eu mantenho as visitas regulares ao veterinário para cada um deles. Eu viajo a 250 milhas de ida e volta várias vezes por semana para trabalhar e voltar para manter um porto seguro para se viver. Cada um dos meus gastos saíram do meu próprio bolso e faço com muito pouco para que eu possa dar-lhes uma vida feliz, mas nem sempre é fácil. (Fotos: Divulgação) (Fonte:Caboodle Ranch) Leonardo Bezerra

Animais domésticos passam por exame de radioatividade no Japão



Moradores e animais domésticos que vivem perto da usina nuclear Fukushima Daiichi, danificada por um terremoto que atingiu a região nordeste do Japão, na última sexta-feira, passam por exames de radioatividade.

Depois de serem examinados, os cães e seus proprietários foram levados para um abrigo improvisado num templo da cidade de Minamisanriku, Miyagi.

Cerca de 30 sobreviventes estão reunidos no templo, depois que suas casas foram destruídas pelo desastre.

Homem e cachorro aguardam para fazer exame que mede nível de radiação

Moradores da região atingida pelo terremoto são submetidos ao teste

O pequeno cão e seu proprietário foram transferidos para um abrigo improvisado

15 março 2011

Vídeos com cães e bebés

 

Como eles se divertem

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Associações unem-se para resgatar animais afectados pelo terramoto no Japão

 

O Centro de Refúgio Animal de Kansai, no Japão, está a desenvolver esforços para acolher os muitos animais que ficaram feridos e traumatizados na sequência do forte abalo sísmico que afectou o país na sexta-feira. No último grande terramoto sentido no Japão, no dia 17 de Janeiro de 1995, esta associação acolheu perto de 600 animais, a maioria, cães e gatos, mas também aves e coelhos. Neste momento, estão a ser construídos abrigos de emergência, enquanto os voluntários procuram a melhor forma de chegar à região de Tohoku/Sendai, a mais afectada pela catástrofe. Dadas as dificuldades de circulação nas estradas, provavelmente, os animais serão transportados para Osaka por helicóptero.

Várias associações japonesas de protecção animal estão a pedir apoios financeiros para poderem começar as operações de resgate e tratamento dos animais que foram atingidos pela catástrofe, bem como o apoio de organismos internacionais para que possam ajudar no tratamento veterinário do mesmo. Foi criado um fundo de apoio ao resgate de animais pelas associações HEART-Tokushima,Animal Garden Niigata e Japan Cat Network, cujo trabalho pode ser acompanhado na página do Facebook.

Entretanto, a imagems de um urso panda assustado agarrado às pernas de um polícia, num jardim zoológico japonês, tem comovido o mundo, por mostrar o quanto os animais também ficam afectados por este tipo de catástrofe.

Fonte

 

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12 março 2011

Terremotos podem ser previstos pelos animais 11 de março de 2011



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Diante de grandes tragédias como a que abalou o Japão onde se perderam centenas de vidas, fica novamente a pergunta: os animais conseguem mesmo prever terremotos? Os fatos comprovam que realmente isso é possível e tem acontecido, mas o que acontece é que os humanos não ligam muito para esse fato. De toda maneira, para aqueles que ainda tem dúvidas, um vídeo mostra o momento exato em que um cão labrador sai em disparada momentos antes de um tremor.

É impressionante como o cão chamado K9 que estava sossegado deitado no meio do escritório, de repente, sente que algo vai acontecer e sai em disparada. Segundos depois começa o tremor e pessoas saem correndo em busca das saídas. Logo as coisas começam a cair por todos os lados. O fato aconteceu nos Estados Unidos comprovando essa incrível capacidade que tem os animais para prever as catástrofes naturais.

Vídeo incrível mostra que momentos antes do tremor o cão percebe o que vai acontecer:


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Na verdade, o histórico de catástrofes anunciadas pelos animais é extensa e freqüente, vem desde a antiguidade até nossos dias. Vista por uns como coincidência, por outros como instinto animal e explicado de várias maneiras pela ciência. De toda maneira um fato é certo; os animais sabem o que vai acontecer antes de nós.


O que dizem os cientistas


Os cientistas podem detectar alguns sinais que mostram as possibilidades de um terremoto, como as pressões sísmicas, modificações dos campos magnéticos, inclinação do solo, etc. Mas todas estas técnicas não permitem prever com exatidão se acontecerá e quando o terremoto.

Os animais, além de saber o que vai acontecer, sabem quando e dão o aviso com horas de antecedência. Pesquisadores estudam como os cães parecem saber dos terremotos horas antes dos primeiros tremores. Mas não estão bem certos de como isso acontece. Horas antes os cães começam a andar de um lado para o outro, ficam inquietos e latem para o vazio. Em alguns casos tentam fugir do lugar.

Segundo o veterinário PhD Robert Eckstein, estudioso do comportamento animal no departamento de biologia da Warren Wilson College, em Asheville, Estados Unidos, “Eles sentem aspectos do mundo real que nós não temos conhecimento.” O incrível é que mesmo diante de tantas comprovações as autoridades ainda permitem que pessoas morram simplesmente porque não querem acreditar nos animais.


Pequeno histórico do aviso dos animais


Em 28 de fevereiro de 2001, um grupo numeroso de gatos se escondeu sem motivo aparente 12 horas antes de um terremoto – que chegou a 6.8 na escala Richter – atingir a área de Seattle. Uma ou duas horas antes, outros animais se comportaram de forma ansiosa ou “enlouquecida”, enquanto alguns cães latiram desesperados antes do terremoto chegar. Até mesmo cabritos e outros animais demonstraram sinais de temor.

No grande terremoto de Lisboa em 1755, o filósofo alemão Immanuel Kant observou que uma multidão de minhocas foi vista sair do subsolo perto de Cadiz, ao Sul da Espanha, oito dias antes do desastre atingir a cidade portuguesa.

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Em 25 de junho de 1966, os moradores da cidade de Parkfield, na Califórnia, Estados Unidos, foram invadidos por cobras cascavéis. Eles não entendiam por que os répteis fugiram das colinas. A resposta chegou dois dias depois quando a área foi atingida por um terremoto.

Na noite anterior ao terremoto de Sylmar, em 9 de fevereiro de 1971, diversas patrulhas policiais descreveram haver visto um grande número de ratos correndo pelas ruas de San Fernando, na Califórnia, Estados Unidos. A polícia também recebeu numerosas reclamações de cachorros latindo e uivando durante várias horas antes que o terremoto acontecesse às 6h01min.

Em 22 de fevereiro de 1999, pequenos antílopes fugiram da região montanhosa austríaca do Tyrol para os vales, algo que eles não costumavam fazer. No dia seguinte, uma avalanche devastou a vila austríaca de Galtur no Tyrol, matando dezenas de pessoas.

Durante a Segunda Guerra Mundial, muitas famílias na Grã Bretanha e Alemanha se preveniam dos ataques aéreos observando o comportamento dos seus animais de estimação. Estes sinais de alerta aconteciam quando os aviões inimigos ainda estavam a centenas de quilômetros de distância, muito antes que os animais pudessem ouvi-los. Em Londres, alguns cães podiam até prever a explosão dos foguetes alemães V-2. Estes mísseis eram supersônicos e não podiam ser escutados com antecedência. Leonardo Bezerra


Escala Richter: Efeitos do terremoto


De 0,0 a 1,9: Não é sentido. O tremor de terra pode ser detectado apenas por sismógrafos

De 2,0 a 2,9: Não é sentido, no entanto objetos pendurados podem balançar

De 3,0 a 3,9: Comparável à vibração de um caminhão passando próximo

De 4,0 a 4,9: Pode quebrar janelas e derrubar objetos pequenos ou desequilibrados

De 5,0 a 5,9: Ocasiona pequenos danos em edificações. A mobília se move reboco da parede cai.

De 6,0 a 6,9: Dano a construções fortes, dano severo a construções fracas

De 7,0 a 7,9: Terremoto de grande proporção. Prédios saem das fundações; rachaduras surgem na terra, tubulações subterrâneas se quebram

De 8,0 a 8,9: Terremoto muito forte. Pontes se rompem; poucas construções resistem de pé. Não há um limite para a escala, mas, de 8 graus em diante, os efeitos devastadores são sentidos em um raio de centenas de quilômetros.

Acima de 9,0: Destruição quase total; ondas se movendo pela terra são visíveis a olho nú. Os efeitos de cada abalo sísmico variam bastante devido à distância, às condições do terreno, às condições das edificações e de outros fatores.

11 março 2011

Animais abandonados vão ter mais proteção

 

Hugo Mamede4 de Março - 2011
O Parlamento aprovou por unanimidade novas medidas de proteção a animais errantes que estabelecem a aposta na esterilização, o fim da política de abates em canis e mais direitos para estes animais.

A nova política, que foi sugerida pelo Bloco de Esquerda, prevê uma mudança na forma como se “olha” para os animais abandonados, passando agora a serem considerados como “cães ou gatos comunitários”. Esta designação tem a finalidade de assegurar proteção legal aos animais, nomeadamente na garantia de guarda, alimentação e cuidados médico-veterinários que serão assegurados por uma comunidade local de moradores.
Outras medidas propostas e em discussão são uma campanha de sensibilização contra o abandono de animais e de promoção da adoção responsável ou a promoção de programas RED (Recolha, Esterilização e Devolução) em colónias de animais de rua estabilizadas.
Apesar destas novidades, o Bloco afirmou num comunicado oficial que a nova política não será capaz de controlar as populações errantes de animais. Afirma também que em Portugal segue-se uma política que “contraria a Convenção Europeia para a Proteção dos Animais de Companhia e os princípios para o bem-estar animal".
Só entre 2006 e 2009 a Direção-Geral de Veterinária recolheu mais de dez mil animais errantes cuja população se encontrava em aumento contínuo.
 

Labrador precisa do seu próprio cão-guia após perder os olhos



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O cão Edward trabalhava como cão-guia há oito anos, quando precisou ter os olhos removidos após desenvolver catarata, o que deixou seu dono, o cego Graham Waspe, de 60 anos, muito triste. Mas logo o inglês ganhou Opal, de 2 anos, para ajudar não só a ele como também a Edward.
- Opal foi ótima para nós dois. Não sei o que faríamos sem ela - disse Graham ao jornal “The Sun”.
E apesar da deficiência, Edward continua cheio de disposição.
- As pessoas fazem muitas perguntas sobre como ele lida com o problema e ele provavelmente ficou mais famoso agora porque ainda mais pessoas param para falar com ele nas ruas - contou Sandra, mulher de Graham.
 

Apelo urgente da Associação Bianca – Sesimbra

 

10/03/2011
por Jornal Comércio do Seixal e Sesimbra

Nanuk
Amigos,
O mês de Fevereiro foi tal como o de Janeiro, terrível! O inicio de cada ano é sempre mau, os motivos não são perceptíveis. Mas em Janeiro ou Fevereiro entram mais animais do que em Julho ou Agosto. Entraram muitos animais e alguns com problemas sérios.
A Eyes foi encontrada no exterior de uma fábrica encerrada, não podia sair. A colaboradora que ia a passar de carro, ouviu um animal a ganir e como o espaço fica na berma da estrada percebeu de onde vinham os ganidos. Ficou espantada! Pois a Eyes não poderia sair porque tem uma pata partida. Estava cheia de dores e esfomeda… pelo aspecto deveria estar ali há vários dias sem comer e beber e com imensas dores…… Coitada. Foi  operada no dia 23/02/2011  e encontra-se a recuperar bem!
A Nanuk foi encontrada na estrada, o seu estado débil obrigou a ir de imediato ao médico veterinário. Tem herliquia e leshmaniose. Começou já o tratamento à herliquia e depois fará o da leshmaniose. Tem os valores de fígado e rins muito bons, isso quer dizer que a sua recuperação será perfeita. Depois é só encontrar bons candidatos que queiram adoptar esta menina, depois de ser esterilizada, claro.
A Havana tem uma longa história….. foi encontrada por alguem que a levou ao veterinario, mas deixou-a fugir 2 vezes com ferros na pata…. Outro alguem nos pediu ajuda…enfim pormenores que a ela pouco importam. Os ferros exteriores terão de ser removidos dentre de mês e meio. Mas tambem tem problemas de figado e tem leshmaniose….. Pobre Havanita….. Vamos conseguir pô-la boa e encontrar uma casinha. Ela está muito triste…
O cocker Babe foi encontrado no dia 26 Fev. num estado deploravel…no domingo foi logo tosquiado e tomou banho,  de seguida  foi internado. Já removeu a massa que tinha no lábio. É um cocker muito doce e gordinho. Pensamos que esteve sempre preso, daí a obesidade. Também tem otites e está a fazer o tratamento com conofite. É muito querido, deixa fazer tudo sem reclamar.
A linda Mirelena  foi encontrada com a cabeça num estado deplorável. O que foi não sabemos ao certo, no entanto o osso tem uma deformação que poderá ter sido de uma pancada forte. Tinha a ferida da cabeça infectada. É uma querida, de olhar sofrido, não nos pode dizer pelo que passou, mas fazemos uma pequena ideia……
Mais um cocker, o Mandela, entrou na Bianca na passada semana. É mesmo um doce, basta ver os seus olhinhos. Está doente, fez análises no sábado e aguardam-se os resultados, mas tudo leva a crer que tenha leshmaniose.
www.bianca.pt
http://biancaassociacao.blogspot.com