18 março 2014

Tolerancia zero ao abandono de animais

 

Multas até 3.740 euros para donos que abandonem animais de companhia
O Decreto-Lei n.º 260/2012, de 12 de dezembro, estipula algumas normas de proteção aos animais de companhia, designadamente quanto ao seu abandono, plasmando que este ato cruel e irresponsável constitui contra-ordenação, nos termos do artigo 68.º do mesmo diploma legal, punível com coima de montante mínimo de 500 e máximo de 3.740 euros.
Um cidadão, enquanto dono de animal de companhia, tem que ter consciência que passa a ser obrigado a cumprir o que a lei e os deveres de ética exigem: colocação do chip de identificação, registo na junta de freguesia, vacinações, tratamentos nas doenças, condições de bem-estar (alimentação e espaço para movimentos), evitar a sua saída para espaços privados e públicos, sem o seu acompanhamento, e assumir os seus cuidados durante todo o seu tempo natural de vida.
Contra-ordenações
Artigo 68 do Decreto-Lei n.º 260/2012 (
https://dre.pt/pdf1sdip/2012/12/24000/0697006994.pdf)
1 — Constituem contra-ordenações puníveis pelo diretor-geral de Alimentação e Veterinária com coima cujo montante mínimo é de € 25 e o máximo de € 3740:
a) A falta da mera comunicação prévia ou da permissão administrativa previstas no n.º 1 do artigo 3.º;
b) O incumprimento do disposto no artigo 35.º;
c) A realização de circos, espetáculos, competições, concursos ou manifestações similares em que intervenham animais de companhia em incumprimento das normas regulamentares deste diploma, bem como das previstas na Convenção;
d) A negação ou inviabilização de dados ou de informações requeridos pelas autoridades competentes ou seus agentes, em ordem ao cumprimento de funções estabelecidas neste diploma, assim como a prestação de informações inexatas ou falsas;
e) A venda ambulante de animais de companhia;
f) O alojamento de animais de companhia em desrespeito das condições fixadas no presente diploma;
g) A venda de animais feridos, doentes, com defeitos ou taras congénitas;
h) A utilização dos alojamentos destinados a fins higiénicos que contrarie o disposto no artigo 44.º;
i) O abate em desrespeito das disposições do artigo 19.º;
j) A violação do dever de cuidado previsto no artigo 6.º que crie perigo para a vida ou integridade física de outro animal;
k) A recusa de transporte de animais que se encontrem nas condições estabelecidas no n.º 3 do artigo 10.º;
2 — Constituem contra-ordenações puníveis pelo diretor- -geral de Alimentação e Veterinária com coima cujo montante mínimo é de € 500 e o máximo de € 3740:
a) A violação do disposto nos n.ºs 3 e 4 do artigo 2.º;
b) A violação do dever de cuidado previsto no artigo 6.º que crie perigo para a vida ou integridade física de outrem;
c) O abandono de animais de companhia nos termos do disposto no artigo 6.º-A;
d) A violação do disposto nos n.ºs 3 e 4 do artigo 7.º;
e) O maneio e treino dos animais com brutalidade, nomeadamente as pancadas e os pontapés;
f) As intervenções cirúrgicas e as amputações destinadas a modificar a aparência de um animal de companhia, exceto as previstas nos artigos 17.º e 18.º;
g) Os espetáculos ou outras manifestações similares que envolvam lutas entre animais de companhia.
3 — A negligência é punível, sendo os limites mínimos e máximos das coimas reduzidos para metade.
4 — A tentativa é punível com a coima aplicável à contra-ordenação consumada, especialmente atenuada.
5 — As coimas aplicadas às pessoas coletivas poderão elevar-se até ao montante máximo de € 44 890.
6 — Sem prejuízo dos montantes máximos fixados, a coima deverá, sempre que possível, exceder o benefício económico que o agente retirou da prática do ato ilícito.
Fonte:
http://www.multas.pt/multas-ate-3740-euros-para-os-donos-que-abandonem-animais-de-companhia

07 março 2014

Passeio canino em Ponta dos Corvos, Miratejo

 

DIAS 16 / 23 E 30 MARÇO..SE NAO PUDEREM ADERIR PF DIVULGUEM..


Ponta dos Corvos, Miratejo, Seixal
Descrição
A organização do evento consiste, em ajudar pessoas que tenham problemas com o seu cão, como:
- puxar muito a trela
- saltar para as pessoas
Traga o seu cão e divirta-se aprendendo/tirando as suas dúvidas sobre alguns ensinamentos básicos de como usar a trela e coleira, passeio e controle de comportamento.
Ponto de encontro: ás 09:30 junto Centro Comercial do Miratejo
Damos inicio á caminhada até à praia onde decorrerá inicialmente demonstração de obediência desportiva da parte da "Knine Service"    ( isto no dia 16) e de seguida workshop comportamento canino c treinador Carlos Cordeiro
Dias 23 e 30 Março iniciará mesma hora e apos caminhada Whorkshop Obediencia

 

Como introduzir um novo gato em casa

     

    Levar um gato para uma nova casa pode ser um processo assustador e stressante para o gato. Descubra como agir de forma a tornar esta transição mais suave.

    Ao adoptar um gato, muita gente pensa que será fácil integrá-lo na sua nova casa. Infelizmente, nem sempre isto acontece. Muitos gatos ficam assustados quando são levados para um novo local e os primeiros dias podem ser bastante stressantes para o animal.

    Porque é que o meu gato está assustado? Será que adoptá-lo foi um erro?

    Muitos adoptantes ficam desencorajados quando chegam a casa com o seu novo gato e descobrem que o animal carinhoso e simpático que conheceram no abrigo se transformou num ser assustado e nervoso que não pára de bufar e de se esconder debaixo da cama ou sofá. Quando isto acontece, é frequente que surjam dúvidas como “Será que adoptar este gato foi um erro?”, “Será que vai ser infeliz em minha casa?”, “Devo devolvê-lo?”.

    O esconder-se, bufar e outros comportamentos resultantes do medo (por exemplo, não comer) são normais quando um gato é introduzido numa nova casa. O medo e nervosismo são mais comuns em gatos adultos. Para os gatinhos bebés tudo o que encontram nos seus primeiros tempos de vida é novo e desconhecido e, por isso, tendem a lidar bem com novos ambientes.

    O dono de um gato recentemente adoptado deve lembrar-se que este foi levado para uma casa desconhecida, com pessoas desconhecidas, novos cheiros e rotinas diferentes. É normal que o gato fique assustado ao ser retirado do seu ambiente.

    Como posso ajudar o gato a adaptar-se à nova casa?

    Existem vários métodos que podem ser usados para ajudar o gato a ultrapassar o medo da nova casa:

       

  • Criar um quarto seguro. Quando o gato é adoptado e levado para uma nova casa, deve ser colocado directamente no seu “quarto seguro”, onde deverão ser colocadas também a areia, comida e água, etc. Inicialmente, o gato deverá explorar o quarto sozinho, ao seu próprio ritmo. Quando se sentir seguro e calmo - normalmente ao fim de um ou dois dias - abra a porta e deixe-o explorar o resto da casa.

  • Deixar o gato explorar o espaço ao seu próprio ritmo. Muitos donos bem intencionados tentam “mostrar” ao gato os diferentes espaços da casa, mas isto só aumenta o nervosismo e medo do animal. Ao invés, deixe o gato explorar a casa ao seu próprio ritmo. Ele sairá do seu “quarto seguro” quando estiver preparado. É normal que nos primeiros tempos volte ao seu “quarto seguro” com frequência, nomeadamente para dormir as suas sestas.

  • Deixar o gato explorar a casa sozinho. Quando o gato começa a explorar a casa, muitas vezes à noite, não o incomode ou interrompa, deixe-o explorar à sua maneira. É importante que o gato tenha tempo para explorar a casa sem outros animais presentes, por isso coloque os outros animais da casa num espaço separado de forma a que o novo gato possa explorar o espaço mais à vontade.

  • Passar tempo com o gato no seu “quarto seguro”. O gato deve habituar-se progressivamente aos seus novos familiares humanos. Assim que ele estiver confortável no seu quarto seguro, comece a passar tempo com ele neste ambiente. Tentar ligar-se a um gato que está num ambiente desconhecido e assustador para ele, torna o processo de ligação gato-humano muito mais difícil.

  • Esperar para apresentar o gato a outros gatos ou animais de estimação. Não apresente imediatamente o gato a outros gatos ou animais. Este deve sentir-se confortável no seu quarto seguro e conhecer o resto da casa antes de ser apresentado aos restantes animais. Não espere que fiquem amigos imediatamente. A adaptação dos animais uns aos outros é geralmente um processo lento. Podem passar várias semanas até que os gatos deixem de se bufar, o que não significa que não venham a dar-se bem. Tal como as pessoas, as amizades não são instantâneas.

  • Quanto tempo demora até que o gato pare de se esconder e se adapte à nova casa?

    A resposta depende da personalidade e história do gato. Gatos extrovertidos adaptam-se rapidamente, gatos tímidos tendem a demorar mais tempo. A idade do gato também tem influência: gatinhos ou gatos jovens tendem a adaptar-se mais rapidamente, em alguns dias; no caso de gatos adultos, podem ser necessárias várias semanas para que o gato se sinta totalmente confortável na sua nova casa. O processo demorará mais tempo se o gato tiver um historial de abuso ou negligência.

    A adaptação de um gato a uma casa com outros animais de estimação é também mais lenta, uma vez que o gato tem de se familiarizar não só com a casa mas também com os outros animais.

    No fundo, o truque é ser paciente e deixar o gato ajustar-se ao seu próprio ritmo. Forçar o gato a sair do seu esconderijo e não lhe dar um “quarto seguro” podem prejudicar a adaptação à nova casa.

    Lembre-se que uma relação com um gato desenvolve-se ao longo de anos e pode ser muito gratificante. O tempo é um elemento imprescindível para que consiga conhecer o gato - os seus hábitos e formas e comunicar - e para que o gato o conheça a si e consiga comunicar melhor consigo.

    - texto adaptado a partir de http://suite101.com/a/adopting-a-new-cat-what-to-expect-a92469

     

     

06 março 2014

Opinião: Nunca mais vai dizer “não gosto de gatos!”

 

O meu amor por gatos vem desde que me lembro de ser gente! Desde os postais com gatinhos fofinhos que recebia no aniversário, ao gato preto e branco, que batizei de Marco e que foi o meu primeiro amor!

Desde a infância e até à idade adulta que sempre quis ter um animal! Adoro cães, mas os gatos… os gatos sempre me fascinaram! A elegância do andar, a destreza de movimentos, a transparência do olhar… tudo me fascina!

Anos depois do Marco, aparece a Carlota. Preta, das que as pessoas menos gostam – o racismo também existe na cor do pelo – a Carlota cresceu a par e passo com a minha barriga de grávida. Eu cheia de dúvidas com o mito da toxoplasmose, devorei artigos sobre o tema gatos. Não só sobre o bicho mau do toxoplasma mas de tudo! Desde a cama que mais gostam ao comportamento propriamente dito. Pode-se dizer que quase me especializei em felinos domésticos e a verdade é que descobri um mundo maravilhoso. Da fama de independentes só tem mesmo isso: fama! São verdadeiros companheiros (tanto ou mais do que um cão); são fieis e respeitadores do nosso espaço; são cuidadosos e protetores; autónomos na higiene diária e são acima de tudo tranquilizantes, haja disponibilidade para perceber isso!

 

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Sou, muito provavelmente, umas das pessoas mais stressadas que existe. Sei que sou pouco paciente e muitas vezes ansiosa, no entanto sou capaz de passar horas a observar a minha mini-colónia caseira. A forma como brincam, como se respeitam, como dormem, como se lavam. Lá está: tranquilizam-me! Ao ponto de me dar uma enorme vontade de enrolar o corpo da mesma forma que eles e aproveitar o sol que entra pelas janelas. Ao “perder” horas a observá-los, percebo como funcionam como grupo. Há sempre quem organiza e manda. Depois temos sempre o desestabilizador (que não raras vezes é castigado pelos outros quando é muito inconveniente). A recepção de um novo elemento, mostra ipsis verbis a forma como também nós agimos com um novo colega na empresa, por exemplo. Há os que recebem todos bem, com imensa curiosidade. Há os que são inicialmente antipáticos para marcar a posição. Há os curiosos e também assim os tímidos. Na realidade, em muito pouco os gatos diferem de nós. O comportamento é, agora que penso nisso, muito parecido mesmo.

Entender um gato é um desafio. Dos bons, obviamente! Muitas das ideias que temos sobre estes animais e que nos foram incutidas desde sempre são falsas. Muito falsas! O gato de pelo eriçado não é mau nem tão pouco está prestes a atacar. Está sim a aumentar de tamanho para nos afugentar por, na realidade, estar morto de medo. Aliás, um gato não ataca sem avisar. Nunca. As orelhas para trás ou para os lados, bem como o abanar de cauda, avisam sempre que estamos ali a mais. Como não nos podem mandar calar ou fazer com que fiquemos quietos, usam o corpo para comunicar. Depois há o lado meigo, que é sempre maior. A cauda esticada, o miar constante e as roçadelas por todo lado que mostram que somos deles e que nos querem presentes. Eles fazem questão que todos saibam que o cheiro que temos nas pernas é deles! Sim, marcam-nos como sua propriedade. Depois existem também os ataques de mimo. Um dos que mais gosto é aquele que funciona como massagens, em que eles “amassam” o nosso corpo com as patinhas dianteiras. Esse mimo, diga-se, remonta aos tempos do aleitamento e era uma forma de estimular a saída de leite materno. A maior parte deles nunca perde esse hábito e quando estão deliciados ao nosso colo querem retribuir da melhor forma que sabem, fazendo-no com esse mimo que tão boas recordações lhes traz. É claro que nem todos nós apreciamos essas “massagens” – ao fim e ao cabo as unhas afiadas podem magoar – mas isso não quer dizer que não possamos usufruir delas: basta uma pequena “manutenção” das suas unhas para que possamos ter massagens gratuitas

 

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Comportamentalmente, o que acho mais graça neles é observa-los a perseguirem-me pela casa. Comento sempre em voz alta “tão independentes que eles são!”. Seja no banho, sentada no sofá, à mesa, nas tarefas domésticas, tenho sempre como companhia aquelas “bolas de pêlo simpáticas”, que me observam, atentas, à espera de se encaixarem nas minhas pernas ou, em alguns casos, no meu pescoço. São sequiosos de calor humano! Dão a cabeça para festas e alguns até nos puxam as mãos com as patas. Fanáticos por calor nada como o nosso colo para sestas longas e quentes. Encaixam-se em nós conforme nos vamos movimentando e sabem sempre como nos acordar quando querem alguma coisa de nós. Este comportamento, no entanto, é mais característico do gatinho bebé. Os adultos podem ser companheiros de longas sestas em que, qual estátuas humanas, mal se mexem.

Os meus gatos – e os que passam por minha casa até encontrarem novos donos – são hoje em dia os companheiros preferidos das brincadeiras da minha filha. Nascida entre felinos, tem de certeza as imunidades reforçadas graças à convivência com aqueles maravilhosos seres. Eles que a ensinaram a respeitar e tratar os animais com o respeito que é devido. Ter gatos incutiu-lhe a responsabilidade de os tratar e de os entreter, entretendo-se. Passa horas de brinquedos nas mãos a persegui-los e a ser perseguida. Inevitavelmente, acabam por lhe guardar o sono muitas vezes, sendo seus cúmplices, especialmente nos disparates – próprios da infância – que ela vai cometendo.

Enfim, para mim, os gatos são, sem dúvida, o chamado pet completo. Curam dores de alma, ajudam-nos a receber mimos e mesmo, no silêncio, estão sempre lá. Prontos para um afago, sempre acompanhado do ronronar característico de quem, além de receber, adora dar. Tranquilizam a mente e entendem-nos. Seja nos bons seja nos maus momentos!

Sónia

 

Visite e divulge

http://amigos-animais-seixal.blogspot.com

http://osmiausdacristina.blogspot.com

Facebook: G.Voluntários no Canil/Gatil Municipal do Seixal

NIB: 0036 0022 99 1000 75 344 65  - Montepio Geral

25 fevereiro 2014

Carta de um cão acorrentado - uma carta emotiva

 

Querido dono,

 

Consegui que escrevessem esta carta por mim! Nem sabes a alegria que sinto por poder comunicar contigo!

Todos os dias, desde aquele longínquo dia em que me colocaste a corrente no pescoço e me prendeste neste espaço, eu sonho que me venhas visitar e fazer festinhas como me fazias quando eu era um bebé. Eu sonho que venhas conversar comigo, não entendo muito bem o que me dizes,mas nem imaginas como adoro ouvir o som da tua voz! Eu sei que fiz algo de errado, senão certamente não me terias colocado aqui. Desculpa! Não quero ser exigente mas começa a doer ter esta corrente atada ao meu pescoço...

Às vezes tenho o pescoço dormente, e outras vezes tenho muita comichão e nem consigo coçar! Sinto o seu peso todos os dias... o peso da solidão que me prende.

Tenho vontade de esticar as pernas e correr... e como eu gostava de poder fazer isso contigo! Adorava que me atirasses umas bolas, aí eu podia mostrar-te como sou rápido a correr e como as trazia rapidamente.

Gostava de poder ver o que tu vês... o mundo lá fora é muito grande?

E existem outros como eu?

Às vezes tenho sede e alguma fome mas eu aguento porque sei que assim que puderes virás dar-me água e comida, sei que fazes o que podes, eu não quero incomodar, mas sabes, por vezes gostava de ter um pouco da tua companhia.

Sei que talvez alguém te tenha dito que eu não tenho sentimentos, mas olha que é mentira!

Nem imaginas quanta alegria sinto quando alguém me toca ou se dirige a mim.

Nem sabes quanta tristeza e solidão sinto nas longas horas em que não vejo ninguém.

Nem sabes o medo que por vezes sinto aqui sozinho no inverno, e tenho tanta vontade de estar perto de ti.

Só queria um pouco mais da tua atenção e amor, uma cama quente no inverno e um local fresco no verão e uma festa tua no meu velho lombo.

Eu sei que um dia tu irás chegar aqui, tirar-me a corrente e dar-me tudo isto,até lá eu fico quieto à espera. Só não demores muito meu dono, porque estou a ficar velho e começo a ver e ouvir mal.

Faltam-me forças e não quero ir sem viver um pouco contigo!

 

...Do teu cão!

 

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SOS ANIMAL

19 janeiro 2014

Duna–novo membro da minha família quatro patas

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Em Junho de 2013, quando na minha rotina diária fui alimentar os gatos da rua, vi ao longe esta linda princesa. Por diversas vezes a chamei sem conseguir captar a sua atenção.

Sem deixar de a vigiar com frequência, respeitei a distancia que ela impunha.

 

Depois de algum tempo, aceitou o alimento e água que lhe oferecia, mas nunca permitindo a minha aproximação.

Sabendo que passava muito tempo debaixo dos carros, preparei-lhe uma cama fofinha num dos carros que se encontra parado à minha porta.  Aí permaneceu durante todo o verão.

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Apercebendo-me que era uma gata, mais preocupada fiquei, pois engravidando seria outro problema em mãos.

 

Contactei então a ASSOCIAÇÃO ANIMAIS DE RUA, que logo se prontificaram a ajudar-me no sentido de a capturar e esterilizar. Pelo facto os meus sinceros agradecimentos.

 

Foi nesta altura, que fui contactada por uma senhora, que me disse ter sido dona duma gata igual, que fora esterilizada aos cinco meses, mas que por ter nascido um bebé e a gata ser muito arísca a tinha dado a outra pessoa. Na esperança de ser a mesma gata, deixei passar o tempo e parece tudo indicar ser a gata em questão, pois nunca teve o cio.

 

Infelizmente foi abandonada. Penso que por ter residido na zona veio para cá.

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Aos poucos fui ganhando a confiança da Duna. Chegou o inverno e tudo se tornou mais fácil.

O frio apertou e a Duna passou a dormir no espaço que ocupo durante o dia.

 

De início foi muito complicado, pois a Duna não confiava nos meus cães, embora estes nunca lhe tivessem feito mal algum, excepto a Sandula, que está uma velha rabugenta e não perde a oportunidade de ladrar a todos os quatro patas que passam na rua.

Na primeira noite, destrui-me um sofá. Durante algum tempo deixei um pouco de uma janela aberta, para que ela saísse e entrasse quando queria.

A Duna adora viver em liberdade, por isso deixo-a sair várias vezes ao dia. Tem amigos de duas patas, a quem faz questão de acompanhar ao café próximo da minha “residência”, bem como passear com eles e aos seus quatro patas.

 

A Duna, está vacinada e é agora uma gata doce e feliz. Embora contrariada, já vem para o meu colo. Por ser tão feliz em liberdade, ainda não tive coragem de a levar para o meu apartamento, onde residem o Shalom e o Cuilo.

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Passa o dia comigo. À noite fica a dormir numa cama aquecida. Já não me estraga o sofá e também não precisa de janela aberta. Só sai quando eu quero.

 

Por ter sido vista pela primeira vez, num monte de areia e ter sido confundida com uma duna, passou a chamar-se DUNA.

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16 janeiro 2014

Dian Fossey faria, amanhã 17-01-2014, 82 anos

 

A famosa zoóloga norte-americana faria esta sexta-feira 82 anos. Dian Fossey estudou os gorilas durante vários anos e tornou-se uma ativista por estes animais. A zoóloga foi assassinada em 1985, no Ruanda.

 

82º Aniversário de Dian Fossey

Google homenageia Dian Fossey  no 82º aniversário

www.gorillafund.org

26 dezembro 2013

Exemplo de gratidão do Chimpanzé "Wounda" durante a sua libertação no Congo


O Vídeo divulgado Pela Jane Goodall Institute, Dedicado à Pesquisa e Conservação de Primatas los Seu habitat natural, a Mostra o emocionante abraço fazer chimpanzé Wounda à SUA Salvadora Antes de Ser liberado NAS selvas do Congo.

O chimpanzé FOI ENCONTRADO lhes condições deploráveis, Quase à beira da morte, Pela Equipe fazer era when instituto apenas hum bebé órfão de: Não em Tendo chances de Sobrevivência.
Agora Wounda vive feliz n'uma selva fazer Congo, Numa área Protegida Pelo MESMO instituto.
Haverá Mais chimpanzés Felizes when muitos Como Wounda poderem experimentar a Liberdade Que ELE reencontrou.






06 dezembro 2013

Aprovado Projeto que criminaliza os maus-tratos a animais de companhia

Hoje é um dia feliz para os animais de Portugal. Na esteira do árduo trabalho de lobbying político feito pela ANIMAL nos últimos anos, conseguiu-se, em colaboração com vários deputados favoráveis à nossa Causa, fazer História! A nossa gratidão vai para todos os deputados que nos têm apoiado em TODOS os Grupos Parlamentares, com especial destaque para o Deputado Cristóvão Norte que teve hoje um discurso emocionante e cheio de convicção, o Deputado Pedro Delgado Alves, relator da petição da ANIMAL e um grande apoio, o Deputado João Rebelo que nunca nos abandona, a corajosa Deputada Catarina Martins, e os não menos importantes Deputada Heloísa Apolónia e Deputado Miguel Tiago.
Resta-nos trabalhar bastante para que esta janela de oportunidade se torne ainda maior e para que este pequeno grande passo se multiplique por muitos. Em breve dar-vos-emos mais notícias e publicaremos os vídeos das intervenções de hoje no Parlamento.
Um agradecimento muito especial a todas as pessoas que têm acreditado e continuam a acreditar na ANIMAL e no seu trabalho e que nos apoiam incondicionalmente. Sem vós nada disto seria possível.
Nelson Mandela disse "toda a injustiça é a prazo". Dedicamos esta vitória à sua memória e muito especialmente à memória do Dr. António Maria Pereira.
Para e pelos animais,


P'la ANIMAL,
Rita Silva
Activista Pelos Direitos dos Animais
Presidente da Direcção da ANIMAL


Fonte: https://www.facebook.com/ONGANIMAL?hc_location=timeline



 

 

5 copy
Poema de António Joaquim Duarte Moura




19 novembro 2013

GATOS: ALERTA

 

O dias frios chegaram e os gatos começam a procurar abrigo nos carros. Não se esqueça de dar uma pancadinha no capô antes de ligar o seu para os afugentar

14 novembro 2013

SEREIAS EXISTEM……..

 

 

 

 

 

Para continuar a explorar petróleo e praticar todo o tipo de crimes não convém que se saiba. Mas eu acredito que sim. SEREIAS EXISTEM. Está mais explorada a superfície da lua que o fundo dos oceanos. Existem milhões de dólares em jogo quando as leis de protecção ambiental ameaçam a exploração do petróleo.

13 novembro 2013

Seja família de acolhimento temporário (FAT)

 

 

 

Uma FAT é uma Família de Acolhimento Temporário. Destina-se a acolher gatos antes de serem adoptados, de forma a promover a sua recuperação (no caso de estarem doentes) e sociabilização com humanos.

Se gosta de gatinhos mas não pode adotar, independentemente do  motivo, se tem condições físicas para os acolher, se tem tempo para os mimar, desafia-mo-lo a beneficiar do prazer de conviver com um felino.

Seja Família de Acolhimento Temporário.

Precisamos de FAt de adultos e de gatinhos...

Posso candidatar-me a ser FAT?
Sim, mas primeiro é feita uma análise das condições onde o animal vai ser recebido. Independentemente das condições físicas da habitação a FAT tem de ter um ambiente familiar calmo e ser uma pessoa responsável. Para um animal que foi abandonado ou que vivia numa colónia uma má FAT é pior que viver na rua.

Saiba mais clicando aqui.

07 novembro 2013

O que esperar quando adopta um gato – introduzir o gato a uma nova casa

 

Levar um gato para uma nova casa pode ser um processo assustador e stressante para o gato. Descubra como agir de forma a tornar esta transição mais suave.

Ao adoptar um gato, muita gente pensa que será fácil integrá-lo na sua nova casa. Infelizmente, nem sempre isto acontece. Muitos gatos ficam assustados quando são levados para um novo local e os primeiros dias podem ser bastante stressantes para o animal.

Porque é que o meu gato está assustado? Será que adoptá-lo foi um erro?

Muitos adoptantes ficam desencorajados quando chegam a casa com o seu novo gato e descobrem que o animal carinhoso e simpático que conheceram no abrigo se transformou num ser assustado e nervoso que não pára de bufar e de se esconder debaixo da cama ou sofá. Quando isto acontece, é frequente que surjam dúvidas como “Será que adoptar este gato foi um erro?”, “Será que vai ser infeliz em minha casa?”, “Devo devolvê-lo?”.

O esconder-se, bufar e outros comportamentos resultantes do medo (por exemplo, não comer) são normais quando um gato é introduzido numa nova casa. O medo e nervosismo são mais comuns em gatos adultos. Para os gatinhos bebés tudo o que encontram nos seus primeiros tempos de vida é novo e desconhecido e, por isso, tendem a lidar bem com novos ambientes.

O dono de um gato recentemente adoptado deve lembrar-se que este foi levado para uma casa desconhecida, com pessoas desconhecidas, novos cheiros e rotinas diferentes. É normal que o gato fique assustado ao ser retirado do seu ambiente.

Como posso ajudar o gato a adaptar-se à nova casa?

Existem vários métodos que podem ser usados para ajudar o gato a ultrapassar o medo da nova casa:

  • Criar um quarto seguro. Quando o gato é adoptado e levado para uma nova casa, deve ser colocado directamente no seu “quarto seguro”, onde deverão ser colocadas também a areia, comida e água, etc. Inicialmente, o gato deverá explorar o quarto sozinho, ao seu próprio ritmo. Quando se sentir seguro e calmo - normalmente ao fim de um ou dois dias - abra a porta e deixe-o explorar o resto da casa.
  • Deixar o gato explorar o espaço ao seu próprio ritmo. Muitos donos bem intencionados tentam “mostrar” ao gato os diferentes espaços da casa, mas isto só aumenta o nervosismo e medo do animal. Ao invés, deixe o gato explorar a casa ao seu próprio ritmo. Ele sairá do seu “quarto seguro” quando estiver preparado. É normal que nos primeiros tempos volte ao seu “quarto seguro” com frequência, nomeadamente para dormir as suas sestas.
  • Deixar o gato explorar a casa sozinho. Quando o gato começa a explorar a casa, muitas vezes à noite, não o incomode ou interrompa, deixe-o explorar à sua maneira. É importante que o gato tenha tempo para explorar a casa sem outros animais presentes, por isso coloque os outros animais da casa num espaço separado de forma a que o novo gato possa explorar o espaço mais à vontade.
  • Passar tempo com o gato no seu “quarto seguro”. O gato deve habituar-se progressivamente aos seus novos familiares humanos. Assim que ele estiver confortável no seu quarto seguro, comece a passar tempo com ele neste ambiente. Tentar ligar-se a um gato que está num ambiente desconhecido e assustador para ele, torna o processo de ligação gato-humano muito mais difícil.
  • Esperar para apresentar o gato a outros gatos ou animais de estimação. Não apresente imediatamente o gato a outros gatos ou animais. Este deve sentir-se confortável no seu quarto seguro e conhecer o resto da casa antes de ser apresentado aos restantes animais. Não espere que fiquem amigos imediatamente. A adaptação dos animais uns aos outros é geralmente um processo lento. Podem passar várias semanas até que os gatos deixem de se bufar, o que não significa que não venham a dar-se bem. Tal como as pessoas, as amizades não são instantâneas.

Quanto tempo demora até que o gato pare de se esconder e se adapte à nova casa?

A resposta depende da personalidade e história do gato. Gatos extrovertidos adaptam-se rapidamente, gatos tímidos tendem a demorar mais tempo. A idade do gato também tem influência: gatinhos ou gatos jovens tendem a adaptar-se mais rapidamente, em alguns dias; no caso de gatos adultos, podem ser necessárias várias semanas para que o gato se sinta totalmente confortável na sua nova casa. O processo demorará mais tempo se o gato tiver um historial de abuso ou negligência.

A adaptação de um gato a uma casa com outros animais de estimação é também mais lenta, uma vez que o gato tem de se familiarizar não só com a casa mas também com os outros animais.

No fundo, o truque é ser paciente e deixar o gato ajustar-se ao seu próprio ritmo. Forçar o gato a sair do seu esconderijo e não lhe dar um “quarto seguro” podem prejudicar a adaptação à nova casa.

Lembre-se que uma relação com um gato desenvolve-se ao longo de anos e pode ser muito gratificante. O tempo é um elemento imprescindível para que consiga conhecer o gato - os seus hábitos e formas e comunicar - e para que o gato o conheça a si e consiga comunicar melhor consigo.

- texto adaptado a partir de http://suite101.com/a/adopting-a-new-cat-what-to-expect-a92469

05 novembro 2013

CORDÃO HUMANO PELA ADOÇÃO E ESTERILIZAÇÃO DOS ANIMAIS - NÃO AO ABATE!

 

 

 
Data

24 de novembro de 2013

Hora

15:00 - Açores
16:00 - Continente e Madeira

Local

Em frente a todas as Câmaras Municipais que tutelem canis municipais eintermunicipais onde se proceda ao abate de animais ou não existam programas de adoção e esterilização.

 
Promotoras do evento - Ambito Nacional

Céu Simas
Fátima Cerqueira Rocha

Localidades aderentes e coordenadores:

Algarve
Armando Frade e Carla Madeira Matias
Angra do Heroísmo
Célia Coelho e Manuela Sales
Braga
Ana Alves e Carla Costa
Bragança
Ana Isabel Oliveira, Fátima Pereira e Raquel Pereira
Espinho
Humberto Cales e Manuela Vilares
Funchal
Plataforma Viver
Lisboa
Paula Cruz e Rita Branco (APDAA)
Palmela
Suzel Costa
Ponta Delgada
Nuno Pascoal
Porto
Sandra Silva e Ajudar Animais é Obrigatório
Póvoa de Varzim
Filipa Soto Maior e Cristiana Ribeiro
Ribeira Grande
Cristina Ventura e Dinarte Pimentel

Santarém (une-se ao cordão em Lisboa)
Ana Inácio e Céu Simas
Seixal
Teresa Afonso
Setúbal
Ana Martins e Sónia Domingos

Viana do Castelo (une-se ao cordão em Braga)

Alexandrina Bastos e Maria João Ramos
Vila Franca do Campo
Ana Cesário e Teófilo Braga

Embora de uso facultativo, foi decidido que a côr da roupa a usar durante o cordão humano deverá ser
preta, simbolizando respeito e luto pelos animais abatidos, com um acessório verde,
simbolizando a esperança de mudar o futuro dos animais recolhidos pelos canis municipais.

"Chegará o dia em que todo homem conhecerá o íntimo dos animais. Nesse dia, um crime contra um animal será considerado um crime contra a própria humanidade." Leonardo da Vinci

 

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08 outubro 2013

Homenagem aos que partiram

 

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Pretendo, nesta página, prestar homenagem à minha querida família de quatro patas, que: uns por motivo de doença, outros por velhice, outros por acidente, já não se encontram entre nós. Foram eles: o Saci que já faleceu há 20 anos com idade muito avançada, cerca de 19 anos. O Roni que foi propositadamente atropelado, por alguém que odeia cães. Tinha apenas 8 anos. O meu querido gato Chiquito por doença prolongada. A Mizé, a linda flor do meu jardim, com 5 aninhos apenas, também atropelada. A Huila com um tumor e finalmente o Shissue, com apenas 1 ano de idade e demasiado perfeito, caiu de do quarto andar.
1
Saci I
1A
Roni
 
98

 

 Chiquito
188
Mizé 
 
89 Huila
       

Shissuê

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                                                                                                Marquinhas
 
 

Depois deles e pelos mesmo motivos – abandono - outros foram adoptados, mas o lugar deles permanece vazio.

Por eles:

Quero acreditar que neste momento, vivem numa dimensão diferente, onde prevalecem as leis de Deus e que têm uma vida plena, onde todos os seres vivos são respeitados e amados que vivem em paz, que são livres, correm, brincam e saltam.

Quero acreditar, que apenas os seus corpinhos morreram, mas o espírito, que acredito possuirem, esse viverá para sempre e que na dimensão onde se encontram, ansiosa e calmamente esperam por mim, para todos juntos vivermos finalmente livres, em paz e felizes. Sem a crueldade a que alguns deles foram submetidos, na sua curta existência no planeta terra

.

Quero acreditar que onde se encontram velam por mim e que as flores que crescem nas suas sepulturas, são uma mensagem dos meus queridos e queridas meninas, como a dizerem: nós esperamos por ti.

Aqui, onde ainda estou, vivem e viverão sempre no meu coração.

Referindo uma citação de uma grande amiga:

Quando nós morrermos, vamos para o céu que é infinito, mas eu logo saberei onde está a Paula: numa nuvem bem branquinha, mas cheia de pelo com todos os seus animais.

Tal como na terra, para além dos amigos e familiares, quero ter toda a minha família 4 patas sempre a meu lado.

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«Se houver, como dizem que há, um Céu dos Cães,

é lá que quero ter assento,

a ver a luz a minguar no horizonte,

com a sua palidez de crepúsculo num retrato da infância.

Hei-de então bater à porta e pedir para entrar, e sei que eles virão,

contentes e leves, receber-me como se o tempo tivesse ficado

quieto nos relógios e houvesse apenas lugar para a ternura,

carícia lenta a afagar o pêlo molhado pela chuva.

Então poderemos voltar a falar de felicidade e de mim não me

importarei que digam:teve vida de cão,  por amor aos cães. »

José Jorge Letria

 

Mais exemplos clique nos links:

 

Memorial                               Uriel In Memoriam

04 outubro 2013

Amizade Verdadeira - Gatinha não abandona o dono nem após a morte do dono.

 

A história de Mucufa é emocionante e surpreendente aos nossos olhos, mas cheia de mistérios à nossa razão. Buscar abrigo em um cemitério pode ser puro acaso. Agora, como uma gata, entre tantos abrigos semelhantes, escolhe entrar justamente naquele onde o dono foi enterrado? Para espanto da família, foi dentro do local que ela buscou abrigo e conforto para ter a primeira ninhada.