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07 março 2014

Como introduzir um novo gato em casa

     

    Levar um gato para uma nova casa pode ser um processo assustador e stressante para o gato. Descubra como agir de forma a tornar esta transição mais suave.

    Ao adoptar um gato, muita gente pensa que será fácil integrá-lo na sua nova casa. Infelizmente, nem sempre isto acontece. Muitos gatos ficam assustados quando são levados para um novo local e os primeiros dias podem ser bastante stressantes para o animal.

    Porque é que o meu gato está assustado? Será que adoptá-lo foi um erro?

    Muitos adoptantes ficam desencorajados quando chegam a casa com o seu novo gato e descobrem que o animal carinhoso e simpático que conheceram no abrigo se transformou num ser assustado e nervoso que não pára de bufar e de se esconder debaixo da cama ou sofá. Quando isto acontece, é frequente que surjam dúvidas como “Será que adoptar este gato foi um erro?”, “Será que vai ser infeliz em minha casa?”, “Devo devolvê-lo?”.

    O esconder-se, bufar e outros comportamentos resultantes do medo (por exemplo, não comer) são normais quando um gato é introduzido numa nova casa. O medo e nervosismo são mais comuns em gatos adultos. Para os gatinhos bebés tudo o que encontram nos seus primeiros tempos de vida é novo e desconhecido e, por isso, tendem a lidar bem com novos ambientes.

    O dono de um gato recentemente adoptado deve lembrar-se que este foi levado para uma casa desconhecida, com pessoas desconhecidas, novos cheiros e rotinas diferentes. É normal que o gato fique assustado ao ser retirado do seu ambiente.

    Como posso ajudar o gato a adaptar-se à nova casa?

    Existem vários métodos que podem ser usados para ajudar o gato a ultrapassar o medo da nova casa:

       

  • Criar um quarto seguro. Quando o gato é adoptado e levado para uma nova casa, deve ser colocado directamente no seu “quarto seguro”, onde deverão ser colocadas também a areia, comida e água, etc. Inicialmente, o gato deverá explorar o quarto sozinho, ao seu próprio ritmo. Quando se sentir seguro e calmo - normalmente ao fim de um ou dois dias - abra a porta e deixe-o explorar o resto da casa.

  • Deixar o gato explorar o espaço ao seu próprio ritmo. Muitos donos bem intencionados tentam “mostrar” ao gato os diferentes espaços da casa, mas isto só aumenta o nervosismo e medo do animal. Ao invés, deixe o gato explorar a casa ao seu próprio ritmo. Ele sairá do seu “quarto seguro” quando estiver preparado. É normal que nos primeiros tempos volte ao seu “quarto seguro” com frequência, nomeadamente para dormir as suas sestas.

  • Deixar o gato explorar a casa sozinho. Quando o gato começa a explorar a casa, muitas vezes à noite, não o incomode ou interrompa, deixe-o explorar à sua maneira. É importante que o gato tenha tempo para explorar a casa sem outros animais presentes, por isso coloque os outros animais da casa num espaço separado de forma a que o novo gato possa explorar o espaço mais à vontade.

  • Passar tempo com o gato no seu “quarto seguro”. O gato deve habituar-se progressivamente aos seus novos familiares humanos. Assim que ele estiver confortável no seu quarto seguro, comece a passar tempo com ele neste ambiente. Tentar ligar-se a um gato que está num ambiente desconhecido e assustador para ele, torna o processo de ligação gato-humano muito mais difícil.

  • Esperar para apresentar o gato a outros gatos ou animais de estimação. Não apresente imediatamente o gato a outros gatos ou animais. Este deve sentir-se confortável no seu quarto seguro e conhecer o resto da casa antes de ser apresentado aos restantes animais. Não espere que fiquem amigos imediatamente. A adaptação dos animais uns aos outros é geralmente um processo lento. Podem passar várias semanas até que os gatos deixem de se bufar, o que não significa que não venham a dar-se bem. Tal como as pessoas, as amizades não são instantâneas.

  • Quanto tempo demora até que o gato pare de se esconder e se adapte à nova casa?

    A resposta depende da personalidade e história do gato. Gatos extrovertidos adaptam-se rapidamente, gatos tímidos tendem a demorar mais tempo. A idade do gato também tem influência: gatinhos ou gatos jovens tendem a adaptar-se mais rapidamente, em alguns dias; no caso de gatos adultos, podem ser necessárias várias semanas para que o gato se sinta totalmente confortável na sua nova casa. O processo demorará mais tempo se o gato tiver um historial de abuso ou negligência.

    A adaptação de um gato a uma casa com outros animais de estimação é também mais lenta, uma vez que o gato tem de se familiarizar não só com a casa mas também com os outros animais.

    No fundo, o truque é ser paciente e deixar o gato ajustar-se ao seu próprio ritmo. Forçar o gato a sair do seu esconderijo e não lhe dar um “quarto seguro” podem prejudicar a adaptação à nova casa.

    Lembre-se que uma relação com um gato desenvolve-se ao longo de anos e pode ser muito gratificante. O tempo é um elemento imprescindível para que consiga conhecer o gato - os seus hábitos e formas e comunicar - e para que o gato o conheça a si e consiga comunicar melhor consigo.

    - texto adaptado a partir de http://suite101.com/a/adopting-a-new-cat-what-to-expect-a92469

     

     

06 março 2014

Opinião: Nunca mais vai dizer “não gosto de gatos!”

 

O meu amor por gatos vem desde que me lembro de ser gente! Desde os postais com gatinhos fofinhos que recebia no aniversário, ao gato preto e branco, que batizei de Marco e que foi o meu primeiro amor!

Desde a infância e até à idade adulta que sempre quis ter um animal! Adoro cães, mas os gatos… os gatos sempre me fascinaram! A elegância do andar, a destreza de movimentos, a transparência do olhar… tudo me fascina!

Anos depois do Marco, aparece a Carlota. Preta, das que as pessoas menos gostam – o racismo também existe na cor do pelo – a Carlota cresceu a par e passo com a minha barriga de grávida. Eu cheia de dúvidas com o mito da toxoplasmose, devorei artigos sobre o tema gatos. Não só sobre o bicho mau do toxoplasma mas de tudo! Desde a cama que mais gostam ao comportamento propriamente dito. Pode-se dizer que quase me especializei em felinos domésticos e a verdade é que descobri um mundo maravilhoso. Da fama de independentes só tem mesmo isso: fama! São verdadeiros companheiros (tanto ou mais do que um cão); são fieis e respeitadores do nosso espaço; são cuidadosos e protetores; autónomos na higiene diária e são acima de tudo tranquilizantes, haja disponibilidade para perceber isso!

 

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Sou, muito provavelmente, umas das pessoas mais stressadas que existe. Sei que sou pouco paciente e muitas vezes ansiosa, no entanto sou capaz de passar horas a observar a minha mini-colónia caseira. A forma como brincam, como se respeitam, como dormem, como se lavam. Lá está: tranquilizam-me! Ao ponto de me dar uma enorme vontade de enrolar o corpo da mesma forma que eles e aproveitar o sol que entra pelas janelas. Ao “perder” horas a observá-los, percebo como funcionam como grupo. Há sempre quem organiza e manda. Depois temos sempre o desestabilizador (que não raras vezes é castigado pelos outros quando é muito inconveniente). A recepção de um novo elemento, mostra ipsis verbis a forma como também nós agimos com um novo colega na empresa, por exemplo. Há os que recebem todos bem, com imensa curiosidade. Há os que são inicialmente antipáticos para marcar a posição. Há os curiosos e também assim os tímidos. Na realidade, em muito pouco os gatos diferem de nós. O comportamento é, agora que penso nisso, muito parecido mesmo.

Entender um gato é um desafio. Dos bons, obviamente! Muitas das ideias que temos sobre estes animais e que nos foram incutidas desde sempre são falsas. Muito falsas! O gato de pelo eriçado não é mau nem tão pouco está prestes a atacar. Está sim a aumentar de tamanho para nos afugentar por, na realidade, estar morto de medo. Aliás, um gato não ataca sem avisar. Nunca. As orelhas para trás ou para os lados, bem como o abanar de cauda, avisam sempre que estamos ali a mais. Como não nos podem mandar calar ou fazer com que fiquemos quietos, usam o corpo para comunicar. Depois há o lado meigo, que é sempre maior. A cauda esticada, o miar constante e as roçadelas por todo lado que mostram que somos deles e que nos querem presentes. Eles fazem questão que todos saibam que o cheiro que temos nas pernas é deles! Sim, marcam-nos como sua propriedade. Depois existem também os ataques de mimo. Um dos que mais gosto é aquele que funciona como massagens, em que eles “amassam” o nosso corpo com as patinhas dianteiras. Esse mimo, diga-se, remonta aos tempos do aleitamento e era uma forma de estimular a saída de leite materno. A maior parte deles nunca perde esse hábito e quando estão deliciados ao nosso colo querem retribuir da melhor forma que sabem, fazendo-no com esse mimo que tão boas recordações lhes traz. É claro que nem todos nós apreciamos essas “massagens” – ao fim e ao cabo as unhas afiadas podem magoar – mas isso não quer dizer que não possamos usufruir delas: basta uma pequena “manutenção” das suas unhas para que possamos ter massagens gratuitas

 

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Comportamentalmente, o que acho mais graça neles é observa-los a perseguirem-me pela casa. Comento sempre em voz alta “tão independentes que eles são!”. Seja no banho, sentada no sofá, à mesa, nas tarefas domésticas, tenho sempre como companhia aquelas “bolas de pêlo simpáticas”, que me observam, atentas, à espera de se encaixarem nas minhas pernas ou, em alguns casos, no meu pescoço. São sequiosos de calor humano! Dão a cabeça para festas e alguns até nos puxam as mãos com as patas. Fanáticos por calor nada como o nosso colo para sestas longas e quentes. Encaixam-se em nós conforme nos vamos movimentando e sabem sempre como nos acordar quando querem alguma coisa de nós. Este comportamento, no entanto, é mais característico do gatinho bebé. Os adultos podem ser companheiros de longas sestas em que, qual estátuas humanas, mal se mexem.

Os meus gatos – e os que passam por minha casa até encontrarem novos donos – são hoje em dia os companheiros preferidos das brincadeiras da minha filha. Nascida entre felinos, tem de certeza as imunidades reforçadas graças à convivência com aqueles maravilhosos seres. Eles que a ensinaram a respeitar e tratar os animais com o respeito que é devido. Ter gatos incutiu-lhe a responsabilidade de os tratar e de os entreter, entretendo-se. Passa horas de brinquedos nas mãos a persegui-los e a ser perseguida. Inevitavelmente, acabam por lhe guardar o sono muitas vezes, sendo seus cúmplices, especialmente nos disparates – próprios da infância – que ela vai cometendo.

Enfim, para mim, os gatos são, sem dúvida, o chamado pet completo. Curam dores de alma, ajudam-nos a receber mimos e mesmo, no silêncio, estão sempre lá. Prontos para um afago, sempre acompanhado do ronronar característico de quem, além de receber, adora dar. Tranquilizam a mente e entendem-nos. Seja nos bons seja nos maus momentos!

Sónia

 

Visite e divulge

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Facebook: G.Voluntários no Canil/Gatil Municipal do Seixal

NIB: 0036 0022 99 1000 75 344 65  - Montepio Geral

19 novembro 2013

GATOS: ALERTA

 

O dias frios chegaram e os gatos começam a procurar abrigo nos carros. Não se esqueça de dar uma pancadinha no capô antes de ligar o seu para os afugentar

13 novembro 2013

Seja família de acolhimento temporário (FAT)

 

 

 

Uma FAT é uma Família de Acolhimento Temporário. Destina-se a acolher gatos antes de serem adoptados, de forma a promover a sua recuperação (no caso de estarem doentes) e sociabilização com humanos.

Se gosta de gatinhos mas não pode adotar, independentemente do  motivo, se tem condições físicas para os acolher, se tem tempo para os mimar, desafia-mo-lo a beneficiar do prazer de conviver com um felino.

Seja Família de Acolhimento Temporário.

Precisamos de FAt de adultos e de gatinhos...

Posso candidatar-me a ser FAT?
Sim, mas primeiro é feita uma análise das condições onde o animal vai ser recebido. Independentemente das condições físicas da habitação a FAT tem de ter um ambiente familiar calmo e ser uma pessoa responsável. Para um animal que foi abandonado ou que vivia numa colónia uma má FAT é pior que viver na rua.

Saiba mais clicando aqui.

07 novembro 2013

O que esperar quando adopta um gato – introduzir o gato a uma nova casa

 

Levar um gato para uma nova casa pode ser um processo assustador e stressante para o gato. Descubra como agir de forma a tornar esta transição mais suave.

Ao adoptar um gato, muita gente pensa que será fácil integrá-lo na sua nova casa. Infelizmente, nem sempre isto acontece. Muitos gatos ficam assustados quando são levados para um novo local e os primeiros dias podem ser bastante stressantes para o animal.

Porque é que o meu gato está assustado? Será que adoptá-lo foi um erro?

Muitos adoptantes ficam desencorajados quando chegam a casa com o seu novo gato e descobrem que o animal carinhoso e simpático que conheceram no abrigo se transformou num ser assustado e nervoso que não pára de bufar e de se esconder debaixo da cama ou sofá. Quando isto acontece, é frequente que surjam dúvidas como “Será que adoptar este gato foi um erro?”, “Será que vai ser infeliz em minha casa?”, “Devo devolvê-lo?”.

O esconder-se, bufar e outros comportamentos resultantes do medo (por exemplo, não comer) são normais quando um gato é introduzido numa nova casa. O medo e nervosismo são mais comuns em gatos adultos. Para os gatinhos bebés tudo o que encontram nos seus primeiros tempos de vida é novo e desconhecido e, por isso, tendem a lidar bem com novos ambientes.

O dono de um gato recentemente adoptado deve lembrar-se que este foi levado para uma casa desconhecida, com pessoas desconhecidas, novos cheiros e rotinas diferentes. É normal que o gato fique assustado ao ser retirado do seu ambiente.

Como posso ajudar o gato a adaptar-se à nova casa?

Existem vários métodos que podem ser usados para ajudar o gato a ultrapassar o medo da nova casa:

  • Criar um quarto seguro. Quando o gato é adoptado e levado para uma nova casa, deve ser colocado directamente no seu “quarto seguro”, onde deverão ser colocadas também a areia, comida e água, etc. Inicialmente, o gato deverá explorar o quarto sozinho, ao seu próprio ritmo. Quando se sentir seguro e calmo - normalmente ao fim de um ou dois dias - abra a porta e deixe-o explorar o resto da casa.
  • Deixar o gato explorar o espaço ao seu próprio ritmo. Muitos donos bem intencionados tentam “mostrar” ao gato os diferentes espaços da casa, mas isto só aumenta o nervosismo e medo do animal. Ao invés, deixe o gato explorar a casa ao seu próprio ritmo. Ele sairá do seu “quarto seguro” quando estiver preparado. É normal que nos primeiros tempos volte ao seu “quarto seguro” com frequência, nomeadamente para dormir as suas sestas.
  • Deixar o gato explorar a casa sozinho. Quando o gato começa a explorar a casa, muitas vezes à noite, não o incomode ou interrompa, deixe-o explorar à sua maneira. É importante que o gato tenha tempo para explorar a casa sem outros animais presentes, por isso coloque os outros animais da casa num espaço separado de forma a que o novo gato possa explorar o espaço mais à vontade.
  • Passar tempo com o gato no seu “quarto seguro”. O gato deve habituar-se progressivamente aos seus novos familiares humanos. Assim que ele estiver confortável no seu quarto seguro, comece a passar tempo com ele neste ambiente. Tentar ligar-se a um gato que está num ambiente desconhecido e assustador para ele, torna o processo de ligação gato-humano muito mais difícil.
  • Esperar para apresentar o gato a outros gatos ou animais de estimação. Não apresente imediatamente o gato a outros gatos ou animais. Este deve sentir-se confortável no seu quarto seguro e conhecer o resto da casa antes de ser apresentado aos restantes animais. Não espere que fiquem amigos imediatamente. A adaptação dos animais uns aos outros é geralmente um processo lento. Podem passar várias semanas até que os gatos deixem de se bufar, o que não significa que não venham a dar-se bem. Tal como as pessoas, as amizades não são instantâneas.

Quanto tempo demora até que o gato pare de se esconder e se adapte à nova casa?

A resposta depende da personalidade e história do gato. Gatos extrovertidos adaptam-se rapidamente, gatos tímidos tendem a demorar mais tempo. A idade do gato também tem influência: gatinhos ou gatos jovens tendem a adaptar-se mais rapidamente, em alguns dias; no caso de gatos adultos, podem ser necessárias várias semanas para que o gato se sinta totalmente confortável na sua nova casa. O processo demorará mais tempo se o gato tiver um historial de abuso ou negligência.

A adaptação de um gato a uma casa com outros animais de estimação é também mais lenta, uma vez que o gato tem de se familiarizar não só com a casa mas também com os outros animais.

No fundo, o truque é ser paciente e deixar o gato ajustar-se ao seu próprio ritmo. Forçar o gato a sair do seu esconderijo e não lhe dar um “quarto seguro” podem prejudicar a adaptação à nova casa.

Lembre-se que uma relação com um gato desenvolve-se ao longo de anos e pode ser muito gratificante. O tempo é um elemento imprescindível para que consiga conhecer o gato - os seus hábitos e formas e comunicar - e para que o gato o conheça a si e consiga comunicar melhor consigo.

- texto adaptado a partir de http://suite101.com/a/adopting-a-new-cat-what-to-expect-a92469

04 outubro 2013

Amizade Verdadeira - Gatinha não abandona o dono nem após a morte do dono.

 

A história de Mucufa é emocionante e surpreendente aos nossos olhos, mas cheia de mistérios à nossa razão. Buscar abrigo em um cemitério pode ser puro acaso. Agora, como uma gata, entre tantos abrigos semelhantes, escolhe entrar justamente naquele onde o dono foi enterrado? Para espanto da família, foi dentro do local que ela buscou abrigo e conforto para ter a primeira ninhada.

11 outubro 2012

Sem preconceito e com com muito amor para dar e receber

 

Preconceito existe e muito,mesmo para quem afirma gostar de animais. Todos estes meninos chegaram - nos bebés,os manos foram adoptados e eles ficaram para trás.Temos mais de 15 gatinhos pretos que cresceram dentro de jaula sem nunca saber o que era brincar e correr livres. Hoje têm entre cinco a seis meses,continuam à espera de um lar.São meigos demais,carentes e com direito a viver livres, tal como os manos cinzas, brancos etc etc.

Pessoal, dêem uma força a estes meninos,partilhando Ajudando-nos a arranjar lares responsáveis. Contactos;

voluntarios.canil.gatil.seixal@gmail.com

Cristina Ferreira966420092 (após as19h)

mjrobalo@gmail.com

934388356

Quem estiver interessado em adoptar um pretinho por favor queira como primeiro contacto enviar e-mail

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23 setembro 2012

Gatinha para adopçao

 

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Venho pedir ajuda para a Martinha...

No passado Domingo a minha filhota apareceu em casa com esta linda menina. Estava com um olho completamente inflamado, cheio de pús, e de uma magreza extrema...está esquelética...a minha filha não conseguiu ficar indiferente ao sofrimente desde ser tão inocente e indefeso...ela nunca iria sobreviver se ficasse ali sozinha!!

Ela é muito meiga, aos poucos está a confiar em nós e até já começou a brincar com as minhas cadelas, mas ainda tem medo movimentos repentinos. 

Já está desparasitada interna e externamente.Já come ração junior mas como está muito fraca deixo-a demolhada em água para ela conseguir comer melhor. É muito esperta e curiosa, como todos os gatinhos...já começou a explorar os recantos à casa!!!

POR FAVOR, ajudem-me a encontrar alguém que a trate como se fosse da família... Esta gatinha está na zona de Famalicão.´

 

CONTACTAR: Eugénia

Telef. 964697659

17 setembro 2012

Gato comodamente sentado apreciando a paisagem.

 

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Ao passar perto deste bichano e ao vê-lo nesta posição, o homem não resistiu. Filmou e publicou no You tube e num curto espaço de tempo, já tem quase quatro milhões de visitas.

O gatinho não se importou, permanecendo sentado e tranquilo, ignorando tudo à sua volta.

 

 

09 junho 2012

Quem convive com gatos vive melhor, segundo estudo

 

Por Roberta Oliveira (da Redação – EUA)

Foto: Reprodução

Quando você pensa em algo que melhore sua saúde, adotar um gatinho vem à sua mente? De acordo com informações do site Future Medica, profissionais de saúde e pesquisadores afirmam que conviver e cuidar de um gato traz muitos benefícios à saúde.

Baixa o risco de doenças cardiovasculares – Um estudo da Universidade de Minnesota descobriu que pessoas quem possuem gatos possuem de 30 a 40 menos chance de morrer de doenças cardiovasculares.

Reduz risco de ataques do coração – Não é somente todo o sistema cardiovascular que é beneficiado, mas o coração também.

Melhora o sistema imunológico - Gatos sabem quando você não está se sentindo bem, e oferecem conforto, lhe ajudando a se recuperar, e melhorar o sistema imunológico.

Diminui as chances de desenvolver alergias – Se você pretende ter um bebê, adote um gato, pois eles ajudam a prevenir alergias em crianças.

Foto: Reprodução

Ajuda a prevenir asma em crianças – Além de ajudar a prevenir alergias, há evidências que a convivência com gatos ajuda a prevenir asmas em crianças. O contato com gatos desde criança ajuda a prevenir várias doenças respiratórias.

Reduz pressão arterial – Curtir a companhia de um gatinho ajuda a reduzir a pressão arterial. Afagar um gato é relaxante e ajuda a diminuir a pressão.

Baixa os níveis de triglicérides – Você pode baixar seus níveis de triglicérides ao se exercitar e comer poucos carboidratos (especialmente alimentos processados). Mas você pode fazer mais. Além de malhar e comer bem, ter um gato também ajuda. Estudos mostraram que possuir um gato diminui os níveis de triglicérides e melhora o sistema imunológico.

Baixa o nível de colesterol – Um estudo em 2006 no Canadá mostrou que donos de gatos têm mais sucesso em redução de colesterol, do que pessoas tomando medicamentos.

Reduz risco de derrame – Um estudo da Universidade de Minnesota mostrou que donos de gatos têm menos chances de sofrer um derrame.

Reduz estresse – Tutelar um gato traz muitos benefícios psicológicos, e um deles é aliviar o estresse. Poder cuidar de um animal, ter um gatinho para abraçar faz você se sentir bem, e reduz o nível de estresse.

Reduz ansiedade – Afagar um gato é calmante. Quando você está ocupado cuidando de um gato, você se preocupa menos.

Foto: Reprodução

Melhora o humor – Um gato lhe ajuda a se sentir melhor, melhorando também seu humor.

Ajuda com depressão – Tutelar um gato não cura a depressão, mas ajuda a não pensar em problemas, e se focar em outras coisas.

Ajuda com autismo – O autismo é marcado pela dificuldade de interação social e comunicação com outras pessoas. Possuir um gato ajuda nesses casos.

Reduz a solidão – Muitas pessoas possuem sentimento de solidão e acham conforto na companhia de um gato.

Menos visitas ao médico – Estudos mostraram que lares para idosos que permitem que os residentes possuam gatos gastam menos com medicamentos.

Vida mais longa – Gatos trazem muitos benefícios que podem prolongar a vida de seus tutores.

Adotar é um ato de amor, seja um gato ou qualquer outro animal, e é para a vida toda. Não se está aconselhando ninguém a adotar um gato somente pelos benefícios à saúde. Quem ama seu animalzinho sabe como a relação com eles é especial, assim como o amor incondicional que eles demonstram por nós, e como nós somos os responsáveis pelo bem estar deles.

FONTE – ANDA

10 fevereiro 2012

Curiosidades sobre gatos que talvez você não saiba

 

Os gatos são animais fascinantes e místicos. Existe muito a dizer sobre este animal e deixamos aqui algumas curiosidades que tentam desvendar algumas das questões sobre estes bichinhos.

Os gatos têm em média de 4 a 6 quilos e 80 cm de comprimento, da cabeça ao rabo. Seus corpos são formados por 245 ossos e 517 músculos.

A boca do gato guarda 30 dentes incluindo os caninos, que servem para matar e depois despedaçar a presa. A áspera língua é coberta por sensores de temperatura e gosto, além de ser usada também para a limpeza dos pêlos.

A duração média de vida de um gato que vive dentro de casa é de cerca de 15 anos. Esta média baixa para assustadores de 2 a 5 anos para os gatos que vivem soltos nas ruas.

Gatos têm memória excelente.

Os gatos têm especial preferência por nomes terminados no som “i”.
Quando sente muita dor, o gato treme.

Assim como os seres humanos, os gatos roncam desde a primeira semana de vida. Mais tarde, o ronco aparece quando o acariciamos ou lhe oferecemos um alimento que ele goste ou a presença de alguém que lhe agrade. O ronronar também pode ser um sinal de medo ou de dor, além da típica associação a alegria e prazer.

Quando o gato está assustado, seu pêlo se eriça por todo o corpo. Quando ele vai atacar, o pêlo se eriça somente numa estreita faixa sobre a coluna vertebral.

Gatos esfregam o rosto em objetos e pessoas para marcar com o seu cheiro, como uma assinatura. O odor é deixado por glândulas, que possuem na parte anterior do rosto.
Fêmeas esfregam o corpo em machos que querem e também, de uma forma geral, todos se esfregam naqueles que sabem serem maiores e mais fortes, mas não quer dizer que o considerem superiores. É uma deferência e um pedido de amizade.

Quase 10% dos ossos dos gatos se encontra na cauda, e esta é responsável pela manutenção do seu equilíbrio. O gato doméstico é a única espécie que consegue manter a sua cauda ereta enquanto anda. A cauda também é demonstrativo do estado de humor do gato.

O campo de visão de um gato é de 185 graus. Os gatos sacrificaram os detalhes e as cores pela capacidade de enxergar com pouquíssima luz. Eles não conseguem enxergar pequenos detalhes, vêem o mundo desfocado. Por serem muito sensíveis à luz, os olhos dos gatos possuem pupilas verticais. Quando totalmente abertas, ocupam uma área proporcionalmente maior do que a pupila do homem. No fundo do olho, os gatos têm uma camada de células denominadas "tapetum lucidum". A luz, após absorção, é refletida por essas células de volta para a retina, para que seus receptores tenham uma segunda chance de captá-la. Isso aumenta a eficiência dos receptores da retina em cerca de 40%.

Gatos de olhos azuis e brancos de pelagem são geralmente surdos.

Ainda que alguns estudos defendam que os gatos sejam daltônicos, outros vêem afirmar que os gatos conseguem distinguir nitidamente o amarelo, o verde e o azul.
Apenas um em cada mil gatos cor-de-laranja é fêmea.
O QI dos gatos só é ultrapassado (no reino animal) pelo dos macacos e dos chimpanzés.

Leva cerca de 2 semanas para o filhote ouvir bem e seus olhos abrem em média com 7 dias.

Os gatos são animais curiosos por natureza e adoram brincar com tudo, incluindo cabos e fios elétricos, alheios ao perigo de levar choques.
Anualmente, os americanos gastam cerca de 4 milhões de dólares em ração para gatos. Um bilhão a mais do que gastam com comida para bebês.
Os gatos passam mais de 30% de seu tempo cuidando da beleza. Adoram estar limpos e com o pêlo bem arrumado.
Os felinos são grandes dorminhocos. Os gatos chegam a dormir 18 horas por dia , divididas em vários períodos.

Além dos cuidados com o corpo, os gatos também são meticulosos com sua caixa de areia, e sempre cobrem a sujeira. A preocupação com a higiene é tanta que eles não usam a caixa se estiver suja.
Diferente dos cães, os gatos têm muito pouco ou nenhum cheiro.
Os gatos tem cerca de 100 sons vocais, enquanto que os cães têm apenas 10.
Por ser um animal do deserto, o gato bebe pouca água e é capaz de concentrar muita urina, necessitando de poucas quantidades para sobreviver. Certos gatos preferem água suja a uma água bem fresca.
Mesmo conservando seu instinto de caçador, o gato doméstico não sabe que sua presa pode ser um alimento.
Um gato pode ficar vários dias sem comer se o alimento não lhe agrada e pode até morrer de fome.
Gatos comem lentamente e mastigam bem os alimentos. Ao contrário dos cães, que engolem tudo gulosamente.
O catnip, ou erva do gato, contém um óleo que atua no gato assim como a marijuana nos humanos. Os bichanos entram em transe: cheiram, lambem ou mordem as folhas, rolam no chão e dão pulos no ar, ronronam e miam. Alguns gatos são imunes ao catnip. Entretanto há suspeita de que cause dependência em alguns gatos.
Os gatos têm um órgão olfativo no céu da boca. Por isso ás vezes farejam e ficam um tempo com a boca aberta e uma cara estranha. Eles podem saborear os aromas.
Gatos têm na ponta do nariz um desenho tão particular como o padrão das impressões digitais de um ser humano.
Gatos têm tipo sanguíneo A e B como nós.
Ao contrário dos cães, os gatos não pensam que são humanos e sim que os humanos é que são algum tipo de felino.
Se vêem algo voando, querem pegar. Os apartamentos têm de ter redes nas janelas.

Um gato é capaz de pular 5 vezes a sua altura.O gato sempre cai de pé, desde que o tempo de queda seja suficiente, para que ele gire seu corpo e se defenda da queda, amortecendo o impacto.
O gato é uma criatura inteligente, como caçador solitário e competente que é: calcula, resolve problemas e tem que ser versátil para sobreviver.
Gatos não aprendem a atravessar ruas. Além do que, à noite ficam paralisados quando a luz dos faróis dos automóveis bate em seus olhos.
Gatos formam laços de amizade com humanos. Entre si mesmo os gatos têm relações de amizade e amor.
Gatos aprendem, mais do que agem por instinto. Aprendem por observação ou ensinados pelas mães gatas a caçar e usar a caixa de areia.
Segundo o estudioso de comportamento animal Konrad Lorenz, o gato é um dos poucos animais que mostram o que sentem, claramente, por suas expressões faciais.
Gatos transpiram pelas almofadinhas na sola dos pés. Repare no consultório do veterinário: A mesa de inox fica com as marcas úmidas das pegadas do bichano estressado.

O gato possui um total de 24 bigodes, agrupados de 4 em 4. Seus bigodes são usados para medir distâncias. 

O gato doméstico pode correr a uma velocidade de 50 km/h
Como um pássaro, o gato usa seu relógio biológico, o ângulo da luz do sol e o campo magnético da Terra para se orientar. Ele pode achar a sua casa a uma distância enorme, graças a essa faculdade. Ele não consegue achar pessoas que estão longe: não usa o faro para seguir uma trilha.
Fonte: Revista Gatos & Cia,Arca de Noé

08 fevereiro 2012

Gato X cão: vídeo mostra batalha de inteligência dos pets

 

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Não é novidade pra ninguém que cães aprendem truques como sentar, deitar e rolar com certa facilidade. Mas e os gatos? Será que eles são tão inteligentes quanto os cachorros? Tudo bem se você respondeu um sonoro “não” nesse momento. Normal, afinal, não vemos muitos felinos mostrando seus aprendizados por aí.

Acontece que um vídeo postado no YouTube comprova que felinos aprendem tão bem quanto os cães e fazem bonito assim como um border collie, considerada a raça mais inteligente. As imagens mostram uma verdadeira batalha – muito bem humorada, por sinal – entre dois pets: Kaiser, um gato da raça Bengal, e Nana, uma border collie.

Quer ver quem ganhou esse combate de QI? Assista ao vídeo até o final!

 

Fonte

Saiba mais aqui