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18 dezembro 2011

O que fazer para o animal não sofrer quando ficar sozinho?

 

Você sabia que viver com o bicho sempre no colo e mimá-lo como um bebê é péssimo para a saúde psicológica dele? O animal desenvolve dependência do dono e sofre uma angústia profunda sempre que se separa dele.

petrede cachorro triste O que fazer para o bicho não sofrer quando ficar sozinho?

Quem passa o dia inteiro fora e, à noite, decide compensar dando atenção exclusiva, também erra: isso faz com que sua chegada fique supervalorizada, levando o bicho, muitas vezes, a passar o resto do dia plantado na porta esperando – o que, convenhamos, não é vida.

Se você gosta realmente de seu amigo, precisa ensiná-lo a ficar feliz também sozinho. Uma das melhores formas é dar-lhe o direito de viver com um companheiro da mesma espécie, criando dois animais. Outra é acostumá-lo gradativamente a ser mais independente e fazer com que ele associe sua ausência com algo prazeroso, como uma caixa de brinquedos que o bicho acessa somente quando fica só.

Fonte: MdeMulher

Num hotel em LA... ... bebedouros para pessoas e animais!

 

Em Portugal acontece precisamente o contrário. Onde quer que vamos encontramos sempre o sinal :

17 outubro 2011

Aprenda a fazer uma cadeira de rodas para cães reutilizando o PVC

 

Veja como montar a cadeira de rodas para cães. (Imagens:Divulgação)

Embora o PVC tenha longa vida útil e uma durabilidade de mais de 50 anos ele é 100% reciclável, sendo assim, existem milhares de maneiras para transformar este material em algo novo e diferente. É possível até mesmo reaproveitá-lo de maneira a beneficiar um animal necessitado.

O CicloVivo dá a dica de como construir uma cadeira de rodas para animais, reutilizando o PVC; um material barato, leve e funcional. A cadeira de rodas traz conforto e mobilidade aos animais que sofreram algum tipo de acidente, foram maltratados, ou até mesmo aos que nasceram com deficiência por algum problema genético e por isso perderam a capacidade de andar normalmente.

O custo de uma cadeira de rodas deste tipo é muito alto. Pensando em uma maneira de solucionar este problema, a ambientalista e protetora dos animais, Scheyla Bittencourt, desenvolveu uma cadeira de duas rodas para os animais com dificuldade.

"As cadeirinhas possibilitam que o tutor devolva ao animal a oportunidade de se movimentar, auxiliando na reabilitação", esclarece Bittencourt. Ela completa dizendo que "o equipamento serve para valorizar o animal deficiente e provocar a reflexão sobre temas como abandono, guarda responsável, lealdade e respeito aos animais em quaisquer circunstâncias".

 

Material

- Tubo de PVC ¾" 2 m;

- Cotovelo PVC ¾" 90º 8 un;

- Te PVC ¾" 4 un;

- Cap PVC ¾" 2 un;

- Luva PVC 3/4" 2 un;

- Rodinha de carrinho de feira 2 un;

- Prego ou parafuso grande para eixo da rodinha 2 un;

- Pano para o assento;

- Fita para prender no peito;

- Cola para tubo de PVC peq.

 

Método

O passo a passo explicativo está ilustrado na galeria acima. No entanto é necessário lembrar que devem ser tiradas as medidas exatas do cachorro que usará a cadeira e ir fazendo os ajustes necessários para que ela fique adequada ao seu tamanho. Se o animal for muito grande, devem ser usadas conexões maiores. As emendas são feitas com pequenos pedaços de tubo com 1,5cm. As patas do cachorro devem ficar com livre movimentação e encostadas no chão na posição natural. O eixo da roda deve ser adaptado na ponta do Cap, sendo furado e colado.

 

Fonte

05 setembro 2011

Treino de Cães

 

Susan Garrett acerca do treino "dos biscoitos"...

Este texto foi traduzido do Blog de Susan Garrett uma das minhas treinadoras de cães preferidas, esta senhora é simplesmente extraordinária e não pude deixar de traduzir este post para português de forma a poder ser lido por toda a gente que assim o entenda… passo posts interios a tentar passar esta mensagem e dias a tentar ser um treinador assim e ela simplesmente escreve-o e fá-lo.

“Sabe porque é que algumas pessoas treinariam um cão com o uso da força e intimidação se achassem que não era necessário? A resposta é, acho que ninguém o faria.

Os anormais do Clicker

Apesar da escolha de cada um pela metodologia de treino, estamos todos unidos pelo nosso amor pelos cães. Pense nisto, se você adora cães mas treina com o uso da força então deveria ter um compendio de razões para explicar porque é que acredita que a força é necessária de forma a calar aquela vozinha que sussurra no seu cérebro e pergunta …” e se aqueles anormais do clicker têm razão?” Imagine se existisse um mundo onde poderia treinar um cão a fazer tudo o que desejasse, a ser o melhor animal de estimação que alguma vez existiu, melhor que qualquer cão que alguma vez teve no passado, atingir todos os objectivos em termos de treino em metade do tempo do que seria de esperar, tudo sem nunca efectuar qualquer correcção física ou perder a calma durante o treino, não gostaria de o poder fazer? Alguns de nós vivemos nesse mundo. Um sitio onde os cães nem são culpabilizados ou corrigidos física ou verbalmente. Sim este mundo existe! Não interessa se você treina cães de competição ou cães de estimação, treinar desta forma é uma possibilidade para todos.

Não é o cão…

Se calhar já viu outros treinadores a tentarem treinar sem correcções e esses cães são muito mal treinados, não ouvem perante qualquer distracção. Apenas porque alguém tentou e falhou no “treino com biscoitos” não significa que o método é um falhanço, coloque a hipótese que a aplicação do método foi de facto o que falhou. Eu tenho para mim que a minha educação é limitada, o meu foco no treino de cães tem sido aquilo que me move, construi em primeiro lugar uma maravilhosa família canina e de seguida fantásticos cães de agility, obediência e flyball. No entanto não tenho todas as respostas para todos os problemas caninos. Mas sei que existem mais pessoas por ai a esforçarem-se por encontrar uma forma melhor em todas as áreas do treino canino. Também sei que a maioria da metodologia que utilizo pode ser transferida maravilhosamente para outras áreas do treino canino, se não todas as áreas de treino de cães, gatos, cavalos e até mesmo crianças.

O sumário que se segue traduz a minha visão sobre o treino de cães. (Nota: Reconheço que isto não tem em consideração cães com problemas comportamentais graves é antes para a massiva maioria de cães que vemos no nosso dia-a-dia.) Sabendo que os cães aprendem pelo reforço, o reforço é a chave para todo o treino. Quando as pessoas perdem o controlo sobre o que reforça o cão a única coisa que resta são os castigos. É um ou o outro. Vejo as coisas da seguinte forma, para o cão sem treino a necessidade de usar os castigos aumenta à medida que o acesso descontrolado aos reforços aumenta. Durante os últimos 20 anos tenho olhado para o treino de cães desta forma e sinto que existem duas coisas chave:

Chave número um:

Quanto melhor for a controlar os reforços menos precisará de usar as correcções no treino.

Para treinar com um elevado nível de sucesso o reforço é o requerimento chave. Os cães aprendem pelo reforço. Se tem permitido ao cão encontrar continuamente reforços em comportamentos indesejados, então terá de encontrar algo mais reforçante (o que nem sempre é possível) ou castigar. Não existem mais possibilidades. Mas aqui está aquilo que me entusiasma: Quanto mais criativo conseguir ser a desenvolver, redireccionar e controlar o reforço menos precisará do castigo. Eu escolho treinar sem correcções físicas ou verbais por isso tenho obrigatoriamente de ser brilhante a controlar e saber os reforços dos meus cães. É uma viagem continua e sem fim. Numa ponta do espectro do castigo existe a mais ligeira forma de castigo, que é a ausência de recompensa quando não gosta do que o seu cão está a fazer. Na outra ponta existe o abuso e mau trato. A dor severa com o objectivo de criar medo e extinguir o comportamento. Acho que podemos concordar que nenhum programa de treino promoveria este tipo de castigo por rotina. Falando no geral no treino tradicional serão administrados castigos algures no meio dos dois pontos, seria justo dizer que cada escola define até onde vai. Ao treinar desta forma pode ser pouco rigoroso na sua consciência daquilo que reforça o seu cão. Não é assim tão importante porque pode recuar e controlar o cão pelo castigo em vez de ensinar ao cão auto-controlo e a ignorar todos os reforços que não vêm de si. Agora vamos analisar o que quero dizer com acesso a grandes reforços. Numa ponta temos um cão que vive a vida como descrevo no meu livro “Ruff Love”. O cão trabalha para merecer todos os reforços e os reforços vêm do dono ou pelo dono. Claro que isto não é inteiramente possível, uma vez que o cão vai buscar reforços de todas as pessoas que lhe fazem festinhas, ou quando se deita no sofá confortavelmente ou bebe água fresca na taça. É por isso que para o meu propósito eu refiro o ter acesso a “grandes” reforços em particular aquilo que o seu cão considera “extraordinário”. Na outra ponta desta escala de “grandes reforços” está o cão que vive num mundo sem regras. Este é o cão que rouba comida, brinquedos, persegue outros cães, gatos, ladra sem parar para obter aquilo que quer, vasculha no lixo, rouba comida da bancada da cozinha e claro poderá ser visto a puxar o dono rua abaixo quando anda a passear à trela pela rua…

Então o que isto tudo significa é que se nalgum ponto achar que controlar todos os reforços dá muito trabalho precisará de usar correcções para ter um cão educado e treinado.

Quanto melhor for a controlar os reforços do seu cão menos necessitará de correcções para treinar o seu cão.

Sim é tão simples quanto isso, como diz Bob Bailey…“simples mas nem sempre fácil!”

Chave número 2:

A última chave para treinar desta forma é o uso dos reforços. Um treino eficiente e eficaz tem todos os reforços a serem usados como recompensas e não como engodos. O cão deverá ignorar todos os reforços até à altura de o merecer. Quando se treina desta forma todos os “grandes reforços” são inicialmente grandes distracções para o cão.

Um desafio

Compilei este vídeo para mostrar o que é possível. Tem três hipóteses. Pode escolher não ver, pode ver e pensar “sim mas isto é uma treinadora profissional” ou “sim mas isto é um Border Collie” ou “sim mas isto não vai resultar nas minhas aulas” ou pode ver o vídeo com uma mente aberta para as possibilidades aqui expostas.

Pense em possibilidades e não em limites”

 

 

Fonte

16 julho 2011

Truques para dar remédio para seu bichinho



Ministrar remédios aos pets não é tarefa fácil. Por isso, elencamos dicas para te ajudar.
Se é verdade que há certos mitos envolvendo o comportamento de cães e gatos, há também algumas percepções impossíveis de contestar. Dar remédios para os pets, por exemplo, nunca é tarefa simples para donos pouco experientes.
São raros os bichos de estimação que tomam remédio de boa vontade. Cães acham ruim o gosto ou mesmo a sensação de algo estranho descendo pela garganta.
Gatos, por sua vez, são desconfiados: com sua mania de checar tudo antes de consumir, remédios para eles é tido como possível ameaça à saúde. Por mais que, na prática, sejam exatamente o contrário.
Pensando nisso, consultamos a veterinária clínica e terapeuta Rúbia Burnier (UNIFENAS-MG), que atua há mais de 20 anos na área de comportamento animal, para colher algumas dicas úteis e práticas.
Segundo ela, hoje é mais fácil ministrar remédios aos pets em casa do que há alguns anos.
- Atualmente, já existem diversos medicamentos no mercado em forma de pasta ou mesmo com gosto, para ajudar nesta nem sempre descomplicada missão. O mercado está se aprimorando nesse sentido, o que é ótimo para todo o mundo.
Para cada tipo de remédio, há um jeito especial de se ministrar o medicamento, explica a profisional.
Medicamentos líquidos ou xaropes em geral: A dica é prestar atenção à dose ideal para a variação de peso do animal. O remédio deve ser dado com o uso de seringa, sempre posicionada na curva interna da boca, entre o maxilar superior e o inferior. Não vá com pressa. Acalme o animal, vá conversando com ele e, de forma ligeira, puxe o lábio, apoie o bico da seringa, mostre um petisco e o faça entender que esta é a recompensa. Pressione a seringa com cuidado, para que o remédio não vá para a laringe. É muito importante dar o remédio evitando ao máximo reações físicas, pois o pet corre o risco de machucar o pescoço ao tentar escapar.
Medicamentos sólidos por via oral: No caso dos comprimidos, cápsulas ou drágeas, o ideal é selecionar um alimento que o pet gosta muito. Podem ser frutas, como a banana, ou petiscos molinhos, a exemplo do polenguinho. Quebre o alimento em três pedaços. Você precisa dar o remédio em três fases. O primeiro pedaço é puro, o segundo, escondido dentro do alimento, e, o terceiro, também sem nada. Para colocar o remédio direto na garganta, o procedimento é posicionar o animal de costas entre as suas pernas. Com o bichano de costas, levante a cabeça e introduza na garganta até ele engolir. Quando o animal não encara o dono, é menos provável que fique estabanado ou agressivo.
Remédios em pasta: Especialmente no caso dos gatos, o veículo mais indicado de remédio é a modalidade em pasta, cada vez mais popular no mercado. Como os gatos são desconfiados, os remédios em pasta dão uma tapeada neles, já que os felinos têm mania de checar tudo, ao contrários dos cães, que são mais incautos. Você passa na pata e o animal instintivamente lambe, sem que você precise negociar com ele. Há também as pastas tópicas, para passar nas costas.
Medicamentos tópicos: Medicamentos tópicos são invariavelmente receitados pelos veterinários. No caso dessa modalidade, dos remédios absorvidos pela pele, dê prerência aos que vêm em spray ao invés das pomadas (não confundir com os remédios em pasta). Isto porque as pomadas são lambidas pelos animais e não se fixam bem. Além de atrapalhar o tratamento, isso causa irritação na pele. Outro problema das pomadas é que o remédio acumulado entre os dedos, no caso de ser aplicado nas patas, promove humidade com possibilidade de criação de fungos. Para os tratamentos simples, o único toque na hora de usar os sprays é não aplicar em contato direto com o corpo, o melhor é aplicar no algodão e espalhar. Depois de passar o remédio, é prudente brincar ou passear com o cachorro, o que ajuda o medicamento a agir. Mesmo o spray sendo uma opção que se fixa bem à pele, é bom não esquecer de recompensar o amigão depois.
Medicamentos para o ouvido: Esse é um dos tipos de remédio mais complicados, pois os animais têm a sensação de desequilíbrio com os medimamentos líquidos para o ouvido. Depois da primeira aplicação, é difícil o pet deixar fazer a segunda. Nesse caso, também não tem muita negociação. O jeito é colocar o cão sobre uma mesa e fazer a aplicação usando focinheira. Há, porém, alguns medicamentos já disponíveis em gel, que são melhores, porque evitam justamente a sensação de desconforto que tanto assusta os bichos. Seja qual for a escolha, a sugestão é segurar as orelhas com firmeza, mas sem apertar, e levantar para pingar a dosagem. Depois, abaixe a orelha com gentileza e esfregue a cartilagem na base da orelha. Assim, o medicamento flui pelo canal auditivo